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"Bellum omnium contra omnes – etiamsi omnes, ego non.". Este blogueiro é dirigido aos escritos iliterários. Aqui este autor expõe seus registros cognitivos e distorções cognitivas.
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DIÁLOGO III
Cuidado, este texto pode ser ofensivo.
Este trecho faz parte da obra fictícia "Inutile-dilettante", escrita por Dinis Calixto. A história começa com uma entrevista com o Professor Henry Cromwell, cuja identidade não é mantida em sigilo. O jornal que conduziu a entrevista decidiu divulgar suas palavras para inspirar os alunos a se unirem contra a ameaça do plastticismo-apático acadêmico. É uma mensagem poderosa que visa motivar os estudantes a se unirem em torno de uma causa comum. O editor Mariposa convida os leitores a enviarem suas próprias histórias, compartilhando suas experiências e opiniões nos comentários:
Imerso em suas profundas reflexões, o Professor Henry Cromwell compartilhou com o jornal do Mariposa suas palavras de sabedoria e encorajamento. Ele entende a "importância" da união e como ela pode ser um antídoto poderoso para os males que afligem a sociedade. Em tempos sombrios, em que a ameaça do neoliberalismo permeia as mentes dos discente, é preciso que os alunos permaneçam alertas e engajados em sua luta.
Com uma paixão ardente em seu coração, o Professor Cromwell expôs suas ideias e crenças, inspirando a todos com sua voz confiante e firme. Ele encorajou os estudantes a compartilhar suas próprias histórias, a unir-se em prol de uma causa comum, a lutar contra aqueles que tentam enfraquecer o espírito humano.
Por meio dessa entrevista, o Professor Cromwell mostrou-se um verdadeiro líder, alguém que inspira e incentiva todos ao seu redor a seguir em frente, independentemente dos desafios que se apresentem. Seus ensinamentos serão lembrados por muito tempo e seus alunos sempre carregarão consigo as palavras de sabedoria desse grande mestre.
Assim fez-se esta entrevista:
Um jornalista perguntou a um burgão: - Qual é o aluno ideal para a sua instituição?
E o homem gordo e pálido respondeu: - Não é óbvio? Pois é aquele que não precisa do livro da biblioteca, porque tem dinheiro suficiente para comprar os seus próprios livros. Assim também a instituição não precisa comprar muitos volumes ou se preocupar em aumentar a biblioteca; O único que pode ser um estudante decente é aquele que conhece mais do que uma língua e vive sozinho num bairro tranquilo com vizinhos tão civilizados como o próprio silêncio. É o sujeito que sabe ler e interpretar um texto com termos tão antigos como invulgares. E que não tenha filhos ou uma grande família para ocupar o seu precioso tempo com desculpas esfarrapadas. Que tenha computador, notebook, tablet, impressora, telemóvel do mais moderno e nada obsoleto. Que não se queixe da didáctica e da metodologia de ensino dos seus professores, porque tal como aluno deve aceitar a situação em que se colocou e não admitir a transferência de culpa para qualquer professor com emails chatos e persistentes típicos de reclamações desesforçados, burros e carentes de atenção. Mas que ele também saiba escrever como uma pessoa decentemente alfabetizada e útil e tenha a letra de forma mais bela e redonda possível. E que não se queixe, nas suas costas, falando sobre as deficiências de um sistema que nem sequer conhece o nome correto e como é a sua associação adequada. E também que venha com o seu próprio veículo para a instituição, assim poderá sair tarde. Já que faremos todo o possível para não facilitar a obtenção do passe livre e de preferência não obter. E que trabalha pouco e que se alimente rápido e não fique o tempo todo a ir ao toalete; Se seus estudos vão mal, então que seja sugerido que largue sua família de enfermos e seu trabalho. E a partir do zero, procure investidores para lhe dar tempo, uma casa própria devidamente equipada com recursos, tecnologia e livros que custam mais do que o cocó de uma galinha no mercado; É da responsabilidade do aluno preencher a lacuna da educação desde o seu primário e ele conseguirá isso procurando investidores, como um estudante decente, civilizado e ideal. É por isso que existem apoiantes da educação, para que os estudantes corram atrás deles, mesmo que seja a pé e sem sapatos.
Jornalista: Muitos alunos de classe média baixa dizem não compreender o vocabulário dos livros da Editora Contexto e que preferem da Editora Intersaberes. Como o senhor explica esse evento?
Burgão: Pura preguiça, porque há inúmeros dicionários e todos eles estão disponíveis na biblioteca física e virtual. E a Intersaberes não detém todo o conteúdo ou termos necessários para uma formação universitária. O estudante está habituado a ser alimentado na boquinha, justifica-o pela sua situação social esfarrapada, mas isso não é senão frescura. Tivemos uma excelente turma que estudou e compreendeu palavra por palavra do livro de Martelotta, um livro que está no currículo como leitura obrigatória e que é desta editora que mencionou. Um dos alunos desta turma tinha apenas um lápis, que deveria durar por um mês, e estudava de baixo de uma escada que era onde vivia, partilhou este único lápis para os outros irmãos estudarem também, leu o livro num ônibus apinhado que ia e voltava sufocante, disse-me, e mesmo vindo de uma escola municipal fechou com dez. Se ele pode fazê-lo nos seus próprios termos, alguém em melhores ou piores condições também o pode fazer, todos o podem fazer, tudo o que têm de fazer é fazer um esforço e querer fazê-lo.
Jornalista: Ficamos sabendo que um aluno na instituição, autodeclarado de Mariposa, imprimiu textos para apontar seus sentimentos de queixa pessoal quanto ao que ele chama de "sistema injusto da formação superior". Ele pregou textos em murais que podem se ler agora em formato de diálogo. O que o senhor diz sobre isso?
Burgão: O seu trabalho é o resultado de uma deformação mental. Este "sistema injusto da formação superior" é um delírio paranóico, pois não é nada difícil ter uma formação superior, é que essa gentinha chora por tudo para não se esforçar. Está implícito quem é este sujeitão. Ele queixa-se sempre das mesmas coisas. Só porque não tem a capacidade de compreender um assunto, queixa-se ele nos corredores da instituição. Ele afirma ser um escritor, mas mal consegue escrever em prosa decente. Talvez sua deformação mental não o permita escrever como uma pessoa normal, digo, com parágrafos lógicos e não um longo sem nexo. Obviamente, um escritor só pode ser considerado tal se souber escrever. A sua deformação é tamanha que dificilmente se consegue compreender os seus textos. Então porque devemos parar para ler esta criatura rara? Em vez de falar mal do seu curso, deveria estudar mais, ou abandonar a instituição, porque está longe de ser o perfil de aluno ideal.
Jornalista: Inclusive, ele escreveu este texto.
Burgão: Quando souber usar "esse" e "este" lhe darei uma resposta direta.
Jornalista: Reflita a partir da frase "O professor conhece o verdadeiro estado do aluno mas limita a sua visão de modo a não o admitir.". O que você acha da expressão que diz que um professor nunca vai entender a posição do aluno?
Burgão: Digo que desde que ensinei na escola primária tenho visto pais que não fizeram um esforço para compreender a posição do professor, isto é certamente transmitido aos seus filhos e quando chegam à faculdade são eles que têm uma resistência em não compreender a posição do professor, nunca é o contrário, porque um professor sabe o que é melhor para o aluno e o melhor para muitos deles é que amadureçam e se tornem mais eficientes.
Jornalista: Eficientes pra quem?
Burgão: Para eles próprios, se não a própria vida os ensinará.
Jornalista: Para eles próprios, tem certeza?
Burgão: E para quê seria?
Jornalista: Para um mercado.
Burgão: Risos.
Jornalista: Avisar que ficará de prova final em cima da hora, para favorecer o prazo de entrega de notas, encurtando o tempo que o estudante têm para estudar. Por exemplo, a prova final será na quarta, então publicará as notas na terça, dando um prazo de horas para que o estudante estude o conteúdo da prova. O que o senhor acha disso?
Burgão: O estudante tem de estar sempre pronto para estudar tudo em poucas horas. O professor nunca se engana ao publicar as notas um dia ou no dia do exame final. Se achar que se saiu mal na prova, deve começar a estudar de agora, esperar pela confirmação é uma coisa de preguiçoso.
Jornalista: Mas custa muito publicar as notas antes da semana da prova final?
Burgão: Custa mais trabalho e eu não vou pôr mais trabalho, porque à instituição que sou a prioridade, eu sou o professor, não se pode ter uma instituição sem um professor, mas obviamente pode-se ter várias com poucos ou exclusivos estudante.
Jornalista: Quando uma sala não "rende" o necessário o que o senhor ver ser o melhor a se fazer? Aliás, o que significa "render" para o senhor?
Burgão: Para mim, rendimento significa desempenho e desempenho significa lucro e lucro, neste sector, significa que o estudante absorveu mais do que estava previsto. Quando este desempenho não ocorre, o estudante terá de falhar, porque não cedeu o necessário para seguir em frente. Como professor não posso carregar quarenta alunos, só posso carregar dez e escolherei os dez que tiveram mais facilidade para passar o assunto, aqueles que não acharem fácil o conteúdo, e por isso não podem acompanhar-me, deixá-los desistir ou falhar, não posso levar o mundo sobre os meus ombros, facilitarei a minha vida e acompanharei e caminharei com os dez que estão comigo, deixarei ficar os que estão atrasados, terão de ir ao seu próprio ritmo, não forçarei uma lesma a acompanhar os meus amados coelhos. Deixe a lesma ficar no seu próprio tempo, durar o tempo que durar, esse é o seu próprio problema. Até ter sucesso como os outros. Mas tudo depende mais dela. Já me formei, já sou doutor, não tenho de estar a segurar a mãozinha de todos.
Jornalista: Os "alunos lesmas", como o senhor diz, se sentem ofendidos e humilhados. O que o senhor pensa sobre isso?
Burgão: Humilham e ofendem a si próprios. Se quiserem facilitar, devem procurar outra instituição. Aqui não há lugar para todos, isto já está explícito no processo de selecção, aqui só há lugar para o melhor, aqui é uma instituição para coelhos, pulmas e onças-pintadas. O público no nome é apenas a maquilhagem insuficiente, mas é verdade que o público deve pagar pela formação do melhor, mesmo que não seja o público que entre aqui, porque aqui não há lugar para estranhos, o porteiro já disse quando pedi-lhe a identificação na entrada. Há uma identidade para estar aqui e não é do tipo do soletra mal como o teu chefe.
Jornalista: Meu chefe apenas pensa que seu pensamento deve ser mais comentado, por isso escreve neste jornal. Mas enfim... O senhor não considera que seu tipo de pensamento está fechando o ensino público para pessoas de classes mais desfavorecidas, quais deveriam ter igual direito ao ensino superior?
Burgão: E desde quando que somos um sistema inclusivo? Se tu está aqui, é porque alguém mais pobre não pode estar aqui. Quer seja um professor ou um estudante. O processo de selecção exclui mais por situação social. Pergunte a quantos das margens se sentem bem fazendo o Enem e quantos dos mesmos lugares se sentem estúpidos. Professores e estudantes não são tão diferentes de mim, se fossem eles estariam a questionar mais sobre os seus lugares, as suas aulas, o seu sistema de avaliação. Mas olha para estas mulas, elas não podem escrever nada para protestar contra um professor que se gaba de mostrar um domínio, controle estreito e exclusivo de um conteúdo que os menos educados mal podem se fornecer de uma base. Se fossemos inclusivos, não teríamos cortado notas e cedido poucos lugares aos inclusivos. Mas somos mestres do nosso falo, que nunca ultrapassaram a fase anal e oral; Como aquela vez que o aluno veio dizer que não podia fazer estágio porque não podia sair do emprego que tava fixo a anos, eu disse "arranja tempo, se demite, se vira" porque se não tiver o estágio não vai se formar. E torço mesmo para que não consiga. Não é a vossa impressão, verme desaprendido, que quando vos falhar no primeiro semestre, quero que desista. Porque eu sou o professor e defendo o melhor para a instituição, e o que é melhor é que tu vá a sair. Sinta-se convidado a sair, seu estúpido caducado... Porquê ler-me com um olhar franzido quando é a sua personalidade oculta que está nestas palavras, tão bem expressas nos seus atos; Basta vir até à porta e dizer que está interessado em estudar connosco e logo será enxotado. Ah, mas Isso já é demasiado Antigo, é explícito do meu eufemismo onde Isso começou.
Jornalista: Não concordo com você. Não concordo com nada do que você diz. Você parece um hambúrguer gigante falante de merda. Pessoas como você não deveriam dar aula em uma instituição pública.
Burgão: - Um estudante buscará o ensino superior dentro dos limites de sua instituição, assim é na ONUP de Omcní, então se sua instituição não estiver tão distante, será uma insolência, uma falta de respeito ir além desse limite. As asas dos estudantes serão podadas para que voem somente dentro do perímetro da instituição, esta é a melhor maneira de controlar e dominar a produção interna de conhecimento. A instituição não desejará ver os estudantes expressando seus pensamentos fora da gaiola institucional, sua instituição, então tiramos sua auto credibilidade diante de todos os seus projetos e pesquisas rudes e imaturos, para que eles acreditem que não podem ir tão longe sem seu professor, sem sua instituição, que serve eficientemente como coleira e também como alimento para o currículo de orientador de pesquisa dos professores. Mas há aqueles que vão além dos limites, e são apenas os alunos que deixamos, considerados e nomeados destaques que de fato merecem asas não podadas, mas sim estimulados a voar cada vez mais alto, porque honram a instituição. Isso é para bem poucos. Mas em geral, no ensino superior, controlamos nossas ovelhas com eficiência.
"É normal em nossa Universidade de Omcní que um estudante nos traga um projeto de pesquisa ou uma dissertação de alguma pesquisa que ele tenha feito por si só, na maioria das vezes não podemos orientar tal pesquisa que habitualmente chega em nossas mãos com graves deformações escritas e de pensamento, então o fazemos acreditar que seria melhor adaptar sua prática de pesquisa e redação aos nossos parâmetros e domínios que corrigiram suas deformações ambulantes. Por exemplo, havia um estudante do curso de Humanidades que levou um projeto sobre cibercultualidade, filme e literatura à ONUP onde teve-se que convencê-lo a mudar o tema e pesquisar algo dentro da órbita de domínio e controle da ONUP e com muito esforço o convenceram a desistir de sua pesquisa. Isto é o que eu chamo de tirar a auto credibilidade, porque se ele tivesse auto credibilidade de que seria capaz de pesquisar sozinho e articular idéias e publicar com uma metodologia escassa e referência teórica vaga, se ele acreditasse em si mesmo, ele nos traria vergonha, porque não há como esconder a publicação de um estudante de nossa instituição com cognição defeituosa e obviamente ele não publicaria em nossa revista, ele não teria a menor chance disso, porque se ele publicasse a qualidade da revista estaria em risco, mas agora, se ele publicasse de acordo com meus domínios e sob minha orientação o tema que eu escolher ele certamente publicaria e seria aceito pelo períodico da nossa instituição...".
"Digo mais nossa instituição não é um circo, não é um palhaço que submete e recebe a publicação da revista em uma bandeja, se for o caso, que esses estudantes medíocres criem suas próprias revistas e divulguem livremente seu conteúdo nauseante. Naturalmente, há estudantes que podem publicar por conta própria em nosso períodico e são os mais prestigiados pela instituição e que agem e pensam de acordo com os parâmetros institucionais, não violam e não agridem a instituição. Muito raramente você vai ver uma pessoa com pensamento deformado, uma aberração por si só, que desrespeita e agride a instituição ou o corpo docente, publicando em nosso períodico ou fazendo parte de nossa biblioteca. O estudante de hoje pensa que pensa, mas ele não sabe pensar. Por isso que não aceitamos trabalhos de conclusão de curso ou submissão de artigos científicos de pensamentos deformados. Geralmente esses estudantes que pensam de modo deformado, como um tumor, normalmente são os mesmos que agridem e desrespeitam a nossa instituição e eles não estarão em nossa revista, nem em nossa biblioteca, porque não pensam o suficiente para fazer parte da instituição, ou seja, faremos de tudo e iremos atrás de tudo para o expulsar. Nossa comunidade é fechada, sempre foi e sempre será. Um estudante, quando impróprio para a instituição, tal como quando tem um mau desempenho, deve ser varrido a pressão de um extintor de incêndio, semelhante aos episódios de um programa de televisão que os seus poderes telepáticos saberão qual deles é. Porque a instituição só tem de dar lugar a quem for capaz de compreender uma enorme lição teórica e um livro com termos desconhecidos, assim como cumprir os requisitos que descrevi ao longo dessa entrevista e quando tratei do perfil do aluno ideal.".
Jornalista: Sei que não devo dar minha opinião, mas para mim nada que o senhor falou tem nexo e propósito humano. Ficamos por aqui e terminamos essa entrevista. Obrigado por expor seu pensamento será de grande valia para muitas reflexões. Tchau.
Nota de rodapé: Henry Cromwell, como relatado nas primeiras histórias, é o culpado pela morte insensível de Diana Alekseeva, antes que esta se transforme na enorme aranha Edith Ades. Cromwell foge da cidade universitária de Omcní, onde assinou Alekseeva, para se refugiar como capitão do Navio Dos Loucos, lá aprisiona o náufrago geógrafo Praga.
Como capitão do Navio Dos Loucos, Cromwell persegue sua ambição de tornar-se um grande navegador e governante dos mares, através da aquisição do Tridente do Tradutor de Almas, Philip Ofby, e a obtenção do diamante de granada de Miriam, a Bruxa. Entretanto, antes de estar próximo de obter-los, tanto o diamante quanto o tridente, Cromwell sofre um motim coordenado pelo líder dos loucos, Praga.
Praga toma posse e controle do navio de Cromwell e liberta todos os loucos de suas prisões de manicômio. Todos juntos aprisionam Cromwell no fundo de duas fendas oceânicas do Oceano de Midas. Mas Cromwell escapa e vai ao encontro do Tradutor de Almas, chegando lá, porém, é detido pelo Minotauro, um grande amigo e protetor do pequeno Ofby.
Fora de sua consciência e no meio desse embate, Cromwell, Ofby e o Minotauro são mortos pela forma de serpente de Miriam que é então morta pela Rosa do Faraó que cresce na escuridão, correndo seus espinhos através da serpente e transformando os quatro em pedra.
No "O dicionário do Professor", por outro lado, a história de Henry Cromwell é tematizada antes que ele se torne um professor apático na ONUP (Omcní Nucleo Universitário De Pesquisa), um assassino feminicída e um cruel behaviorista anti-nise. A história tenta se basear na idéia do plastticismo-apático que ruma à chegada da perversão de um influente representante da academia de Omcní (Universidade de Omcní).
Comentário do autor: Cromwell foge da cidade universitária de Omcní, onde assinou Alekseeva, para se refugiar como capitão do Navio Dos Loucos. Nesse aprisiona o náufrago geógrafo que em seu cárcere de loucura, se torna o (i)literato, a Praga.
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