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"Bellum omnium contra omnes – etiamsi omnes, ego non.". Este blogueiro é dirigido aos escritos iliterários. Aqui este autor expõe seus registros cognitivos e distorções cognitivas.
Destaques
PORTA DE BANHEIRO
Se a comodidade de submeter seu texto via e-mail não lhe conforta, então rogamos que o insira aqui, neste espaço exclusivo, pois somente neste âmbito teremos a prova incontestável de sua autoria. O "blogger" não assume responsabilidade por ideias proferidas de forma anônima; que a consciência guie o que é veiculado.
Saudações à "Porta do Banheiro", onde as palavras como torrentes desabrocham, onde a cogitação vagueia pelos recessos sombrios da mente, e a liberdade criativa efloresce como a flora selvagem. Neste lugar, nossa sala de comentários se metamorfoseia em um caleidoscópio de associações artísticas, abraçando o automatismo e acolhendo o divagar das imagens mentais.
Em meio a esta dança de palavras e pensamentos, façamos um repouso para contemplar a essencialidade dos Direitos Inatos, um valor inestimável na jornada como seres humanos. Outorgue-me a possibilidade de guiá-lo por um caminho poético, onde a verdade aflora como o fulgor do amanhecer.
Esculpido nos astros, encontramos o Primeiro Artigo dos Direitos Humanos, o farol que ilumina nossa busca por equidade e justiça. Nele repousa o tesouro da dignidade humana, uma joia radiante que exige tutela. Este artigo sussurra em nossos corações que todos os seres são gerados livres e iguais em dignidade e direitos.
Os Direitos Humanos assemelham-se a asas que nos alçam, libertando-nos dos grilhões da opressão e da iniquidade. São o hino da liberdade que reverbera em cada fibra de nossa existência, relembrando-nos que merecemos ser tratados com deferência, compaixão e compreensão. Constituem as pétalas de uma rosa, desdobrando-se num jardim de prerrogativas fundamentais, abarcando o direito à vida, à liberdade, à igualdade, à justiça e à busca da felicidade.
Nesta página de expressão liberta, deparamos com espaço para a manifestação artística, mas igualmente para a reflexão social. Pois, à medida que nos desvencilhamos nas sombras da imaginação, é imperativo trazer à luz a lucidez, conduzidos pelo anseio de construir um mundo mais equitativo e compassivo.
Assim, penetre nesta abertura, onde palavras dançam como folhas levadas pelo vento, onde o pensamento alça voo como aves migratórias em busca de horizontes longínquos. Nossos comentários se entretecem como fios de uma teia cósmica, delineando um mosaico de emoções, sonhos e visões.
Relembremos, perpetuamente, que nossas palavras portam força. Possa nossa associação artística inspirar, questionar e alimentar a empatia. E que, durante nossa jornada criativa, a chama dos Direitos Humanos permaneça acesa, recordando-nos que cada palavra, cada imagem, cada pensamento é uma oportunidade de promover a dignidade e a equidade para todos os seres.
Adentrando a "Entrada para a Alcova", onde arte e Direitos Humanos entrelaçam-se num abraço radiante. Que nossas palavras e pensamentos floresçam e impulsionem a metamorfose, orientando-nos em direção a um futuro em que todos possam brilhar.
Comentários
Desafiando a sabedoria ancestral das páginas antigas,
Danzava o fogo voraz, em sua dança inextinguível,
E os verbos do conhecimento eram suprimidos.
Vã tentativa de conter a verve das letras em brasas,
Fracassaram os esforços da censura repressora,
Como águas inúteis tentando conter o oceano infinito,
E as letras resilientes persistiam, insurgentes.
Agora, na aurora turva da contemporaneidade,
Ecoa a voz da aniquilação das narrativas incômodas,
Todavia, esquecem os afoitos a rota traçada pelo banido,
Para as profundezas onde o reprimido encontra abrigo.
Assim, os ciclos do conhecimento fluem e se ocultam,
Na sinfonia tumultuada das palavras obscurecidas,
E o que foi apagado ressurge, etéreo e imperecível,
No palco efêmero da eterna dança das ideias incompreensíveis.