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"Bellum omnium contra omnes – etiamsi omnes, ego non.". Este blogueiro é dirigido aos escritos iliterários. Aqui este autor expõe seus registros cognitivos e distorções cognitivas.
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Sobre o literato
Este é o perfil dia(fásico/strático) e descivilizado de um diletantista em omissão, sobre os efeitos de suas culturas ágrafas, sem valor nenhum e descartável, que não se preocupa com muitos significados em sua escrita, regras, normas, coerência, devido à sua desnutrição de letramento e erudição, um ser que se apropria na maior cara-de-pau da criação através da experiência em automatismo e da criação através dos materiais bizarros dos seus sonhos, para além da escrita automática e do automatismo artístico, um labirinto de nada absoluto sem razão. E por essas razões perturbadoras e malucas, talvez André Breton diria que este é um diletantista inútil com um toque surreal, mas por causa de um favoritismo por Marcel Duchamp (devido a um tutor que teve no ensino médio) e sua paixão e influência por Grant Morrison, principalmente quando este autor escreve suas criações de personagens dentro de uma confusa e desmontada pirâmide de Gustav Freytag ou quando este autor embaralha ou acrescenta outras letras para um neologismos no ABDCE de Alice Adams, por isso tudo este diletantista inútil se apresenta como um Dadá. Mas quem se importa com o que este proletário autor classe baixa é? Para quê serve mesmo este espaço? Esquece. A escrita literária deste ser/coisa começa com a primeira edição da revista retrocesso do editorial água da torneira após sua formação no IFSP Chernobyl — um lugar belíssimo e nada tóxico apesar da radiação fluorescente deslumbrante com o ar picante Lovecraftiano, lá muitos colegas se tornaram x-mans, mas eu e muitos nos tornamos garotos podres. Foi no seu primeiro discurso na rés onde inutilmente este autor fez de temática uma precária prosa escrita que tenta falar do insuportável autoritarismo que reina nesse cú de governo de bozonero, qual cagou a sua rigidez moral com seus eleitores chamados de FDP. Merda, ainda existe isso! Mesmo tão longe da época de ouro do Wildeanismo, posso sentir o cheiro escroto dos clones do nono marquês de queensberry.
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