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"Bellum omnium contra omnes – etiamsi omnes, ego non.". Este blogueiro é dirigido aos escritos iliterários. Aqui este autor expõe seus registros cognitivos e distorções cognitivas.
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O OCEANO DE MIDAS
Escrito original, parte de uma folha de um diário, redigido em 03 de fevereiro de 2021.
Os cavalos cavalgaram até o pico, onde as ondas formavam grandes titãs. Furioso e sozinho, o mar engolia-se, deixando a mensagem clara a todos os que o navegavam, como ou não sendo seu opositor. Que este não precisava de ninguém, ele poderia se autodestruir por conta própria. Mas, por mais que as ondas monumentais passassem em seu clima furioso de total autoria, sabe-se que, para quem se esconde do mar, o perigo se torna o inesperado ao seu redor, submerso ou não o mar o traga. Aquilo que está coberto próximo a ti, que está coberto por ele (o oceano). As ondas belas e frenéticas só aniquilam os marinheiros, atentos ou não, o mar os engole. Ondas de raiva que representam bem o seu oculto gestor, aquele que cuida do seu sentimento de medo de ser aceito por seus rostos, que se julga, maligno e, por ao mesmo tempo, para vê-los como porcelanato de vidro. Atrás do viúvo mar subversivo vive o vidro esculpido abandonado no imenso oceano escuro e profundo, tímido em enfrentar a olhada da grande lua cheia. As ondas protegem o encontro desta vista de cima, sobre apoiada porcelana esculpida. E não há homem na terra que não tenha medo das profundezas de enfrentar o tutelar da lua cheia. Primeiro, o vidro encurralado teria que coordenar a serenidade das ondas violentas. Mas, saindo de seu estágio mitológico, essa tragédia faria com que o fundo do mar acalmasse suas ondas, antes mesmo das nuvens cinzas passageiras, levarem a lua a entrar novamente em cena?
O destemido marinheiro estava em sua posição. As ondas titânicas se chocaram contra a proa do navio gigantesco, batendo furiosamente em seu oponente. No curso de sua natureza, sua fúria se quebrou e parou. Tudo no navio balança de forma que o sóbrio marinheiro parece inapto a nadar. Ameaçava o jogo das ondas para derrubar o imenso navio, mas não estando ancorado, nem mesmo cuspido pelo mar, dançava com o balanço furioso do cavalgar das bordas-de-saia de ondas. O equilíbrio da fúria apazigua a razão da existência do/no navio, visto que esse foi feito para o mar. Ele poderia tentar o engolir, mas nenhuma onda era grande ou forte o suficiente. A cada golpe, o navio balançava descontroladamente, plácido. Mas para o marinheiro que o dirigia, ele apenas anunciava sua inquietação, tontura, marear, náusea. Mesmo assim, o marinheiro caminhou ao longo dos convés do navio e, segurando um mastro, se apoiou na borda da superfície do casco e lançou um olhar para as profundezas silenciosas, imperceptíveis e omissas, onde a lua cheia brilhante exibia seu reflexo. O reflexo da lua parou sobre o mar. Na fúria e no medo da espreitada e do não poder ser, o oceano se encheu de ondas. Nas profundezas encurvado, lamuriava uma porcelana entalhada. Marinheiro valente, olhando para o mar, recitou sua eloqüência instantes antes de pular.
"Ao mergulhar no mais fundo oceano, estando centrado em mim haverá conforto, por muito que eu não volte, serei tragado por mim mesmo e não haverá lugar para o maior apreço. Estou aqui ..." colocou com a mão direita no peito, respirou fundo e continuou "não haverá outro lugar, senão este ...". E com o final da frase, ele pulou no mar. Ele ganhou impulso com os cortes das ondas para chegar rapidamente ao fundo. Havia um azul marinho fosco em torno de uma figura angustiada escupida em vidro. Tirando a flor de seu sobretudo, ele rapidamente dirigiu a ela, que lentamente começou a notar tal ação. Desconsolada e fraca, ela estendeu a mão e pegou a flor, o dedo indicador e o polegar tilintando com um ato tão sutil. No mesmo momento, o marinheiro sentiu sua respiração resistir a crueldade do fundo do mar. Ele ergueu os olhos na esperança de voltar à vida. O porcelanato percebeu seu ato e preocupação, decidido a esclarecer, ela disse: "Enquanto a lua cheia seguir o oceano, as ondas estarão na superfície ..." fez uma cara deplorável, ela disse novamente "mas com cada vinda, o mar 'aquece' seus visitantes, direcionando-os de volta à superfície, ou levando-os para a praia, se houver um eco de ser digno de ir a terra ... Você será. " no final o porcelanato voltou sua atenção para a flor de propriedades mágicas, enquanto o marinheiro estabeleceu a ação destemida de pular para a superfície.
No caminho para a superfície, o marinheiro planejou segurar seus pés e pernas, curvando-se sobre ele, uma dobradiça cilíndrica para cada corte da onda, para não afundar novamente ou se afogar ainda mais. Na ascensão da próxima onda, ele aproveitou a força do mar e alavancou mais perto da lua na proporção do impulso do corte. Até que ele sintonizou e se deixou levar por uma onda que se aproximava. No caminho ele rapidamente agarrou um punhal, quando o mar o jogou no casco do navio, ele o esfaqueou. Ele respirou fundo e, a cada suspiro, perfurou com mais uma facada na subida, partes insignificantes de seu navio rompendo-se, até chegar à escada. Mas quando ele se jogou exausto no convés, percebeu algo irregular nele.
Sua mão havia se transformado em algo extremamente horrível! Ele engasgou e correu para a sua cabine de almirante assim que sua respiração voltou ao "normal". Colocando um espelho na sua frente, sobre seu rosto seus olhos encontraram um monstro. Talvez seu amigo pudesse ajudá-lo, ele pensou, já que foi ele quem o desafiou a cruzar os mares e mergulhar nas profundezas para mimosear a criatura de suas façanhas com uma rosa. E então ele voltou para a Pérsia. Temendo a maneira como seria olhado, ele se encobriu com um manto negro e planejou invadir a sala secreta e costumeira do estrategista da Pérsia, seu amigo árabe. Lá ele o encontrou, se apresentou sem a surpresa de vê-lo assustado, mas pasmo e com o ar sarcástico a que tal amigo inesperadamente se juntou. O Pérsia, de fortes traços árabes, não explicou nada ao marinheiro, apenas disse, antes de chamar os guardas: "Ninguém sabe o quanto você pode morrer mergulhando em mares insensíveis ... E você, meu amigo ..." deu uma risada sinistra abafada e concluiu: "você está morto".
De fato, não há quem volte para contar os mistérios das profundezas insensíveis do Oceano De Midas, um oceano de profundidades em ganância, já que ninguém que tenha mergulhado sobreviveu para narrá-lo. As ações de horror são deixadas com quem mergulha. A única coisa que se sabe sobre este ilegível marinheiro é que ele foi lançado em um deserto de gelo álgido, em vista de sua nova aparência imunda, hedionda, inexpressível e repugnante. O crédito do seu exílio fica aos soldados amigos persas. Na parte mais longínqua do mundo, quase sem sol, a caminhada do pirata-monstro foi começada e era guiada por uma bússola outrora apresentada por seu velho amigo traiçoeiro, de feições árabes, que o fez chegar até uma porta, que ele mais tarde veria como o centro de seu labirinto. E, finalmente, ele encontrou respostas para sua terrível condição eterna, pois ele encontrou o Náutilos.
Entretanto, muito antes da viagem e da história desse ilegível pirata monstruoso, algo aconteceu a esta rosa encantada, ainda mais importante dentro desta história, pois uma rosa não pode viver submersa no mar escuro e insensível, tendo ela propriedades mágicas tão delicadas quanto suas outras características, não pode ela ser deixada em lado nenhum, tão próximo de vilões ou tão bem acessível a qualquer um. Uma vez curadas as feridas de Vidro, a rosa deve ser retirada do fundo do mar, pois num apropriado templo escondido poderia melhor se preservar. Como poderia isso acontecer? Revelo que o final do trajeto do pirata haveria de decepcionar amargamente a eficiência e utilidade da tutelar lua cheia. Bastando isso para que tudo se faça em efeito dominó. É importante ressaltar que essa é a história de um filme educativo muito reproduzido por todas as partes de Yakneq, sua mensagem e memória, acima de todas as outras muito más e que nada prestam, se prevalecerá.
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