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"Bellum omnium contra omnes – etiamsi omnes, ego non.". Este blogueiro é dirigido aos escritos iliterários. Aqui este autor expõe seus registros cognitivos e distorções cognitivas.
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PARAFRASEANDO LUCIANO SUNDIN DO LAGO
Dentro de cada ser humano existe uma voz que o guia, uma voz que representa o nosso ideal interno. Essa voz está sempre nos orientando, desde que nos permitamos ouvi-la. Muitas vezes, abafamos essa orientação ao colocarmos pensamentos egocêntricos em primeiro plano, como a vaidade e crenças limitantes, como o medo. Esses sentimentos nos impedem de escutar o que realmente importa.
É fundamental silenciar a mente para que possamos ignorar esses pensamentos ilusórios e prestar atenção à voz da sabedoria, que é a manifestação do nosso ideal interior e a fonte da nossa originalidade. Para isso, é necessária uma prática de meditação que nos conduza a um estado de conexão com nossa força interna.
Nesse sentido, o escritor Rubem Alves, em seu livro O Amor que Acende a Lua, oferece uma alegoria que enriquece essa reflexão: no fundo do mar, quem mergulha sabe que a boca fica fechada. Somos todos olhos e ouvidos, livres do ruído do falatório e dos saberes filosóficos. Nesse silêncio, ouvimos uma melodia tão bela que pode nos fazer chorar. Para mim, essa força é essa beleza que se revela no silêncio. Quando conseguimos estabelecer essa conexão com o divino, a experiência é verdadeiramente emocionante.
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