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Destaques

DIÁLOGO IV

Disse o velho gordo mal cabendo na sua cadeira de bar, bebendo um coquitel de bagas e fumando um cachimbo com fumo de chocolate, e tossindo, porque não tem o hábito de fumar tão pouco de beber: - Ser um pobre estudante é horrível. A tecnologia não parece compreendê-lo, e o que deveria ser algo que o tornasse mais fácil acaba por o reter. A falha em escrever bate-me constantemente na mão e torna difícil produzir um raciocínio porque me falta um aparelho de ar condicionado. Vamos lá...  Será que a obra ou o autor vale mais?  Disse eloquente e bêbado: - Podemos dizer que o personagem de ficção passa por um controlo considerável e provável que o escritor, no seu lugar de poder, exerce sobre isto e sobre o protagonista sua influência. Haverá uma saída para isto, minha querida? Forster, a minha má influência, dá uma forma para que isto seja resolvido pela ligação entre personagens planas e redondas, em que o autor não exerce o seu poder. Por isso, interpreto-o como sendo pouco rígid...

LIVROS DO INVENTOR DO CONCEITO DE INÚTIL-DELITANTE

 Esses ainda dá pra ter:

O Leque de Lady Windermere (Lady Windermere's Fan, 1892)

Salomé (Salomé, 1891)

A Balada do Cárcere de Reading (The Ballad of Reading Gaol, 1898) – eu não tenho certeza se não tenho esse ou se tenho.


Esses ainda não foram traduzidos para o Brasil:

Uma Mulher sem Importância (A Woman of No Importance, 1893)

Vera; ou, os Niilistas (Vera; or, The Nihilists, 1880)

Poemas em Prosa (Poems in Prose, 1894)

Poemas (Poems, 1881).

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