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"Bellum omnium contra omnes – etiamsi omnes, ego non.". Este blogueiro é dirigido aos escritos iliterários. Aqui este autor expõe seus registros cognitivos e distorções cognitivas.
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Exploração da Educação, Metacognição e Plasticismo-Apático
Por enquanto, vou focar exclusivamente no desenvolvimento de estudos sobre educação e buscar mais inspiração para explorar as ideias de omnilateralidade e metacognição. Quero investigar se essas duas linhas de pesquisa – filosofia da educação e desenvolvimento da aprendizagem – dialogam entre si. Deixarei para um momento posterior o estudo sobre a constituição do "eu" e sua integração no campo inconsciente por meio do reconhecimento. Além disso, vou adiar a análise da personalidade de Nero e Hamlet, essenciais para o desenvolvimento da minha concepção de plasticismo-apático.
A última seção do meu artigo sobre plasticismo-apático está disponível no Ko-fi, onde o acesso requer um nível de contribuição; Exploro três vertentes principais: a educação, a psicologia psicanalítica do eu e a psicopatologia associada ao plasticismo-apático. O objetivo da primeira é desenvolver uma base para o condicionamento e reconhecimento da metacognição infantil como um caminho para o desenvolvimento da autoconsciência. No entanto, confesso que parece paradoxal, considerando que, em um país onde o senso crítico e a realidade social são pouco desenvolvidos, direcionar o desenvolvimento infantil para a autoconsciência pode parecer um tanto utópico.
De certa forma, as três áreas de pesquisa se interconectam, já que compartilham uma base comum: a psicologia. Inicialmente, achei que conseguiria lidar com todas simultaneamente, mas percebi que preciso priorizar o estudo sobre a educação fundamental brasileira antes de me aprofundar na segunda parte de O Eu e o Inconsciente de Jung e, só então, passar para a tese do Dr. Fábio Faversani. Depois disso, estudarei Hamlet e procurarei artigos que façam uma análise da narrativa ou, idealmente, do próprio personagem de Shakespeare. A parte mais difícil é concluir a última seção do artigo sobre plasticismo-apático. Ainda sinto que "esse fardo não é meu", em referência ao conceito discutido por Ana Beatriz Barbosa em uma live. Usei a escrita francesa nessa parte como uma homenagem ao meu avô.
Esses são os compromissos a que estou me dedicando no momento, mas preciso dar à luz La Polita e evitar sobrecarregar-me com demasiadas responsabilidades, especialmente em relação à construção de papéis sociais e máscaras. Não sei até que ponto isso me distancia do meu "si-mesmo". Consegue perceber como tudo se conecta? É empolgante.
Quanto ao Observado, tal vomitou a medicação uma vez, mas não vejo motivo para interromper o tratamento. Disse-lhe para se esforçar, ao menos para tomar o antipsicótico, pois em 3 a 10 dias os sintomas de alucinações e delírios podem retornar intensificados, e não sei se ele está totalmente preparado para enfrentar esse sofrimento novamente com mais força. Sugeri que saísse de casa. Houve progresso: está acordando cedo e conseguindo se higienizar. Os pensamentos intrusivos desapareceram, assim como as autoassociações, e a concentração se restaurou. Ainda é cedo para dizer se isso resulta dos pequenos atos/pensamento cotidianos ou da medicação, mas suspender o remédio sem orientação psiquiátrica pode agravar os sintomas. Continuo observando.
CALIXTO, Dinis. Nero: entre a crueldade e o mecenato cultural. Ko-fi, 2024. Disponível em: https://ko-fi.com/post/Nero-Entre-a-Crueldade-e-o-Mecenato-Cultural-D1D813MSXZ. Acesso em: 20 set. 2024.
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