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"Bellum omnium contra omnes – etiamsi omnes, ego non.". Este blogueiro é dirigido aos escritos iliterários. Aqui este autor expõe seus registros cognitivos e distorções cognitivas.
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VOCÊ CONDICIONA O ETNOCIDIO AO EXCLUIR A LEITURA DO PACIÊNCIA E FAZER PREVALECER A SUA LEITURA? VOCÊ ACREDITA QUE HÁ UM JEITO SAUDÁVEL E DOENTIO? VOCÊ TEM ESSES JEITOS DEFINIDOS? VOCÊ EXPÕE ESSAS DEFINIÇÕES? O QUE VOCÊ MATA AO DEFINIR DESSA ÚNICA FORMA? VOCÊ PRÁTICA O ETNOCIDIO POR MEIO DA LINGUAGEM? ATÉ ONDE VOCÊ, COMO TERAPEUTA, MATA ALGUM ASPECTO CULTURAL PARA PREVALECER OUTRO? ATÉ VOCÊ CONDICIONA ISSO? QUAL A SUA RESPONSABILIDADE NO CAOS QUE CRÍTICA/DENUNCIA?
Eu tenho meu próprio modo de organizar minha desordem causada pelo TDAH, que impede minha concentração em atividades como assistir um filme ou noticiário, pois minha mente não para de pensar. Adotei o método de "deixar passar" para lidar com a hiperatividade cognitiva. Por fora, pode parecer que estou tranquilo, mas minha mente está a mil.
Além disso, devido a crenças não compartilhadas, sinto insegurança e entro em estado de alerta, o que aumenta minha ansiedade e, consequentemente, meu TOC mental. Para lidar com os pensamentos obsessivos, adotei a compulsão cognitiva de "deixar passar" e a compulsão comportamental de beber água.
Um paciente que se sente vigiado também enfrentaria problemas de ansiedade, mesmo sem um motivo aparente. O presente pode gerar tanta ansiedade quanto o futuro, mas raramente discutimos isso. Esse paciente, com crenças não compartilhadas, acredita que está sendo monitorado pelo CAPS, e ele tem sua própria forma de lidar com essa situação, que pode ser diferente da minha.
Minha abordagem é cognitivo-comportamental, enquanto a dele pode ser mais alinhada com a Gestalt. Submeter a leitura dele a outras correntes é um erro, pois chega um ponto em que essa abordagem não se sustenta. A diversidade psíquica é respeitar a leitura do paciente sobre seus próprios processos mentais.
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