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Destaques

DIÁLOGO IV

Disse o velho gordo mal cabendo na sua cadeira de bar, bebendo um coquitel de bagas e fumando um cachimbo com fumo de chocolate, e tossindo, porque não tem o hábito de fumar tão pouco de beber: - Ser um pobre estudante é horrível. A tecnologia não parece compreendê-lo, e o que deveria ser algo que o tornasse mais fácil acaba por o reter. A falha em escrever bate-me constantemente na mão e torna difícil produzir um raciocínio porque me falta um aparelho de ar condicionado. Vamos lá...  Será que a obra ou o autor vale mais?  Disse eloquente e bêbado: - Podemos dizer que o personagem de ficção passa por um controlo considerável e provável que o escritor, no seu lugar de poder, exerce sobre isto e sobre o protagonista sua influência. Haverá uma saída para isto, minha querida? Forster, a minha má influência, dá uma forma para que isto seja resolvido pela ligação entre personagens planas e redondas, em que o autor não exerce o seu poder. Por isso, interpreto-o como sendo pouco rígid...

VIDEOGAME: sobre o hiperfoco e quebra de foco pelas emoções

 Até que ponto o videogame é saudável? Nitidamente, o esporte contribui para o desenvolvimento do corpo e da mente, oferecendo novas formas de lidar com problemas externos e internos. Participar de atividades físicas, como frequentar o ginásio, contribui para o desenvolvimento do hiperfoco. Mas e o videogame? Acredito que o videogame, com bons fones de ouvido e um microfone interativo, pode ajudar a desenvolver formas de lidar com questões externas e internas, além de estimular uma boa associação, desde que o jogo seja bem direcionado. No entanto, há jogos com intenções ideológicas que podem prejudicar o desenvolvimento e reforçar conflitos.


Pretendo comprar um videogame e submeter Luci e Luthrom a jogos de aventura e corrida, para observar os efeitos. Isso me leva a refletir: uma pessoa que ouve vozes deve dirigir? A falta de desenvolvimento do foco ou uma quebra no foco pode levar à hiperatividade mental e obsessões. Convido você, se tiver tecnologia e fontes bibliográficas acessíveis, a aplicar jogos e estudar o desenvolvimento do hiperfoco e as ocasiões emocionais que causam sua quebra. Supostamente, a quebra do hiperfoco ou do foco está relacionada a um desequilíbrio emocional. Às vezes, um desequilíbrio emocional pode até levar ao hiperfoco, dependendo da situação.


Não tenho tecnologia suficiente para desenvolver essa pesquisa nem automóvel para acompanhar um campeonato e observar o desenvolvimento do time. Contudo, li sobre a função filosófica da caminhada e pensei em incentivar Luci e Luthrom a participarem das caminhadas organizadas pelo centro psicossocial do bairro. Além disso, recomendaria que participassem de uma sessão mensal de terapia em grupo no mesmo centro. Continuaremos com o uso de água, que ajuda a diminuir os tremores e o inchaço, e com a medicação, até que não seja mais necessária.

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