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Destaques

DIÁLOGO IV

Disse o velho gordo mal cabendo na sua cadeira de bar, bebendo um coquitel de bagas e fumando um cachimbo com fumo de chocolate, e tossindo, porque não tem o hábito de fumar tão pouco de beber: - Ser um pobre estudante é horrível. A tecnologia não parece compreendê-lo, e o que deveria ser algo que o tornasse mais fácil acaba por o reter. A falha em escrever bate-me constantemente na mão e torna difícil produzir um raciocínio porque me falta um aparelho de ar condicionado. Vamos lá...  Será que a obra ou o autor vale mais?  Disse eloquente e bêbado: - Podemos dizer que o personagem de ficção passa por um controlo considerável e provável que o escritor, no seu lugar de poder, exerce sobre isto e sobre o protagonista sua influência. Haverá uma saída para isto, minha querida? Forster, a minha má influência, dá uma forma para que isto seja resolvido pela ligação entre personagens planas e redondas, em que o autor não exerce o seu poder. Por isso, interpreto-o como sendo pouco rígid...

DEIXAR DE SER INDIVÍDUO, DEIXAR DE SER SUJEITO, DEIXAR DE SER HUMANO?



 O processo excludente de violência psíquica mais fraco. Digo, classificar um grupo de pessoas a partir do comportamentos que não concorda, não simpatiza, tem repugnância, geralmente por questões culturais, moralistas, e a classificar de perversa ou psicopática sem ao menos submeter tal grupo de pessoas ou indivíduo a um exame científico – testado e qualificado – de grau de prevenção ou psicopatia. Isso é preconceito e pode ser uma violência simbólico contra um grupo ou pessoa, geralmente, marginalizado.

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