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"Bellum omnium contra omnes – etiamsi omnes, ego non.". Este blogueiro é dirigido aos escritos iliterários. Aqui este autor expõe seus registros cognitivos e distorções cognitivas.
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ASSÉDIO PSÍQUICO: a voz de Deus?
Existe um mecanismo de controle neurológico chamado Voz de Deus, diga-se que por meio de um chip implantado no cérebro qual reproduz uma voz que parece ser parte de seus pensamentos, condiciona uma série de sequências cognitivas e imagens mentais, que significa ideias cognitivas que condicionam sentimentos e produzem imagens mentais conforme a ideia e o sentimento. Isso é o assédio psíquico.
É difícil falar de assédio sem que haja um corpo, portanto descreve-se que o corpo o qual é obrigado um assédio chama-se corpo psíquico, constituído neste momento pelas imagens mentais e registros cognitivos, embora o corpo psíquico pode ser submetido a leituras mais abstratas na forma psicanalítica, onde tal se constitui de primeira e segunda típica, mas neste momento irá se usar a constituição cognitiva e imaginativa típica da linha cognitiva comportamental.
No primeiro texto que escrevi sobre assédio psíquico era desconsciente do mecanismos neurológico Voz de Deus. Por que neurológico? Primeiro que na teoria deste aparato há a necessidade de um aparelho hardware implantado no cérebro que impulsiona a física neurológica para interpretação de ideias e imagens que condicionam um posicionamento. Nesse quadro o assédio deveria ser neurológico e não psíquico, pode-se colocar. Porém, observando mais de perto pode-se chegar a concluir que é uma assédio neurológico que se transforma em uma assédio pisquico e passa à um assédio moral.
Primeiro que na teoria da Voz de Deus o chip é implantado nos cidadãos por convencimento e não por uma opção do munícipe, por exemplo, que queria os índices exatos de sua saúde biopsicossocial. Convencer e usar de métodos sofisticados para implantar um chip é um tipo de assédio sofisticado que no mais íntimo da pessoa ela não deseja implantar algo em seu corpo físico, mas é convencida a fazer tal coisa. Então começamos pelo assédio moral.
Depois do chip instalado contra a vontade da pessoa, mas sim por uma obrigação federal, por exemplo, a pessoa passa por uma assédio neurológico, pois o chip começa a fornecer dados elétricos para a natureza neurológica e condicionando a leitura de influências fora do comum. Tais impulsos elétricos, ou seja lá por qual meio se dá, desorganiza a natureza econeurossímica, seja em menor ou maior grau dependendo do organismo. Podendo desenvolver doenças neurológicas.
Os impulsos são lindos como ideias ou imagens, nesta ocasião ocorre o assédio psíquico, onde ideias, vontades, imagens se reproduzem contra a vontade do organismo e desalinhando o ecopsiquismo, surgem mecanismo de enfrentamento, repostas agressivas, fora da natureza do sujeito, tentando impeli, afastar, por para fora tais ideias, vontades, imagens. Essa reação é uma consequência até mesmo da adaptação, quando o organismo consegue identificar o que é a Voz de Deus do que é sua própria voz, ele deixa de usar o mecanismo de enfrentamento e passa a flexibilizar o movimento ecopsíquico. Mas isso deixa feridas profundas, por mais que não se sinta mais incômodo ou dor, pode haver a fragmentação, instabilidade emocional, impulsos autoagressivos entre outros que agora não sou capaz de pensar.
Qualquer invasão no corpo, na natureza ecosistemática da corpo gera reações, maioria das vezes negativas e desestabiliza a saúde cedo ou tarde. As reações podem demorar anos, a flexibilidade pode ser emotiva e gerar tais condições mencionadas ou pode-se guiar para a apatia que não se exclui como uma possibilidade e por tanto temos o plastticismo-apático. Embora mesmo sem a instalação da Voz de Deus pode-se por meio das mídias televisivas e digitais ocasionar o mesmo.
Por último muda-se as emoções, na ocasião de haver alguma e não ter aniquilado com todas, e não é possível enchergar outra forma de exteriorizar esse invasor se não pode meio da violência, seja contra si mesmo ou outro ou até mesmo contra objetos, por tanto muda-se o comportamento. Porque não há uma forma clara de identificar suas reais ideias e vontades, não há como expulsar o invasor, a não ser abrindo a própria cabeça ou levando a opções mais extremas como tirar a própria vida.
Pensando bastante, talvez por conta de minha criação católica, notei que invocar Cristo parece ter sido um meio de ordenar os próprios pensamentos e vontades, talvez seja a doutrinação, por isso que os exercícios da terapia cognitivo comportamental mais medicamentos pode facilitar a lidar com esses invasores. Certamente existe outras formas de lidar com esses intrusos e pode-se pensar que não necessariamente um chip precisar ser colocado em alguém para se exercer o monitoramento e condicionamento psíquico. Como dito existe as mensagens nos meios midiáticos, televisivos, musicais, teatrais. Onde existe vínculo linguístico há a possibilidade de condicionar os pensamentos, condutas, etc. das pessoas.
Se já pensou nisso, tente pensar em maneiras de superar isso e escreva. Até onde o que você pensa, faz não é algo condicionado pelos poderosos?
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