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"Bellum omnium contra omnes – etiamsi omnes, ego non.". Este blogueiro é dirigido aos escritos iliterários. Aqui este autor expõe seus registros cognitivos e distorções cognitivas.
Destaques
Efeito
A maioria dos tabagistas possuem um cachimbo e tabaco caro, charutos cubanos de produção refinada e outras indústrias tabagistas que movimento muito dinheiro. Mas eu, eu sou um mero morador dos bairros portuários, sustentado por uma faxineira e filho de uma mulher do lar com seus trabalhos invisíveis assessorada por Deus. De alguma forma bizarra sou mimado, pois não trabalho e não me é exigido trabalhar. A única coisa que faço, por fazer, sem a obrigação ou imposição de alguém é frequenta a faculdade, e digo frequenta, porque não estudo, apenas faço o meu dever, mas ler e pesquisar está fora do meu hábito atual, antigamente eu até me aprofundava em um assunto ou outro, mas hoje não tenho saco para ler o que não me interessa.
Ultimamente tenho gasto meu auxílio estudantil com tabagismo barato, charutos fedidos de baixa qualidade, tabaco suave e com odor forte, cachimbos de um proletariado ou bandeirante sujo. E não fumo o charuto inteiro, fumo até a metade, do meu jeito e depois guardo a outra metade para outro dia.
Vou completar sete anos de estadia em mais de uma universidade pública, duas federais e uma estadual a partir de 2017, isso não significa que eu seja inteligente, embora cada um tenha sua típica inteligência, mas eu não sei de muita coisa, embora acerte questões bestas do jogo da parede, não me sujeito a dizer que tenho muitos saberes.
Bom, eu sei, dar atenção. E digo dar atenção porque não tenho muita concentração, portanto não sou um bom ouvinte, mas me esforço.
Bom, tem uma coisa que sei, pensar positivo quando converso com alguém e pensar muito criticamente quando converso comigo mesmo.
Não gosto do título de acadêmico, intelectual, inteligente, erudito, letrado, alfabetizado, moro nos bairros portuários em uma casa precária e a humildade combina mais comigo, por isso aceito o título de esforçado, estudante, artista, escritor.
Nem pra ser charlatão eu sirvo, porque o charlatão consegue se concentrar nos assuntos que ele acha e eu não consigo pensar em outra coisa se não eu mesmo, não gosto de inventar coisas sobre alguma corrente teórica, simplesmente me posiciono perante o texto que me condicionou a pensar isso ou aquilo. Não consigo me concentrar mais em alguém que não seja eu. Só consigo pensar em mim e no que eu penso e faço muitas vezes do que eu penso o absoluto. Eu me acho. E dito verdades que sim foram condicionadas por determinado texto, eu não tirei do nada! Tive um efeito...
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