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"Bellum omnium contra omnes – etiamsi omnes, ego non.". Este blogueiro é dirigido aos escritos iliterários. Aqui este autor expõe seus registros cognitivos e distorções cognitivas.
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Sujo
Em vestes largas esportivas que nunca usou para o atletismo, o feio gordo, com as genitais mais florestais que a mata atlântica, peida, caga e caga mal. Suja a nádega esquerda com um tolo de bosta que grudou na bunda, não tendo a opção de uma pia próxima molhar um pouco o papel higiênico e esfregar as nádegas para tirar o coco. Usa muito mal o papel higiênico, pois não limpa inteiramente o cu, por preguiça, pensa, chegando em casa eu lavo os equipamentos direito, mas é mentira, esfrega o sabonete em todas as minuciosas partes do corpo, pura saldo calstica, que não limpa nada, fica sujo com o grosso suor e sujeira pelo corpo. Com suas vestes esportivas envelhecidas fuma um cachimbo no quintal de uma casa dos distritos portuários, pobre. Fuma de modo infantil, brabo com alta cadência, chega a garganta arde, mas se orgulha por não arder a ponta da língua. Faltava uísque, Chivas azul, como de uma garrafa de um pirata para combinar com ilegalidade do acabamento em madeira do cachimbo, em tons ilegível mercador dos mares obscuros. Nessa maré brava ele consegue enfrentar as vozes de seus delírios psicóticos. Não é exemplo para qualquer um, mal serve de modelo para os eruditos ultra controladores. Ele é porco, por mas que digam que ele nunca foi assim, ele sempre foi. Comendo peixe em seu barco e fedendo a peixe podre do bafo às roupas. "Que gente doida, fica se comparando a mim. Fulano de tal haje como você, fulano de tal faz algo como você", mas ele é porco fora das regras morais, longe do moralismo.
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