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Destaques

DIÁLOGO IV

Disse o velho gordo mal cabendo na sua cadeira de bar, bebendo um coquitel de bagas e fumando um cachimbo com fumo de chocolate, e tossindo, porque não tem o hábito de fumar tão pouco de beber: - Ser um pobre estudante é horrível. A tecnologia não parece compreendê-lo, e o que deveria ser algo que o tornasse mais fácil acaba por o reter. A falha em escrever bate-me constantemente na mão e torna difícil produzir um raciocínio porque me falta um aparelho de ar condicionado. Vamos lá...  Será que a obra ou o autor vale mais?  Disse eloquente e bêbado: - Podemos dizer que o personagem de ficção passa por um controlo considerável e provável que o escritor, no seu lugar de poder, exerce sobre isto e sobre o protagonista sua influência. Haverá uma saída para isto, minha querida? Forster, a minha má influência, dá uma forma para que isto seja resolvido pela ligação entre personagens planas e redondas, em que o autor não exerce o seu poder. Por isso, interpreto-o como sendo pouco rígid...

PAUTA: algumas coisas

Exemplo

 

Método Paranóico West

Escrito original, parte de uma folha de um diário, redigido em 1 de abril de 2022.

Estava pensando, se estivéssemos em uma sociedade onde todos fossem esquizofrênicos e tivessem ilusões auditivas e visuais, certamente, dentro de alguma hora, alguém estaria ocupado tentando descobrir o que são essas coisas que vemos e ouvimos, sem negar o tratamento farmacológico, nem reduziriam o tratamento terapêutico, assim considero e para minha sociedade esquizofrênica. Acabariam descobrindo métodos não muito distantes da comunidade e estudos ufológicos, onde o avistamento é analisado de forma gradual e minuciosa, digo de forma mais brutal: "se algo fala comigo, acredito que devo registrar o que este algo tem a me dizer" ou então "registrar o que este algo que eu vejo revela em mim e em si mesmo". Porque ante disso algo deixado dentro de nós não foi ouvido para tomar forma, uma forma de delírio, mas dizer delírio é muito rude, porque dizer delírio é dizer que não está lá, que é imaginação, mas é real e é "materializado" de uma forma muito particular, quero dizer, de alguma forma está sendo materializado no sistema de codificação do som e codificação da imagem, pelo cérebro, isso está atribuindo algum sentido ao que está sendo ouvido e visto, portanto é real, porque sua emoção é real. Dizer que não é real é reforçar o que o fez chamar de delírio. Assim, as pessoas podem optar por dizer "sei como você se sente sobre isto, pois é real" na ocasião em que é muito difícil dizer simplesmente que é real. Assim, acabamos entrando em uma questão de negação, de retraumatismo. A questão é que esta sociedade, lá descrita no início, estaria se movendo para entender melhor suas próprias emoções no corpo social e nas relações sociais, o que não a nega duas ou mais vezes com o nome "delírio coletivo". Porque a conotação da palavra delírio por si só é uma negação de algo real dentro do sujeito que se sente. Creio que ninguém seja capaz de entender, ao menos que tenha tido contato com essa experiência.

Um exemplo melhor e menos fora do chão. Vivemos em uma sociedade na qual todos se sentem deprimidos, e por causa desta depressão uma pessoa está remoendo pensamentos negativos, e então alguém aparece do nada e diz que esta tristeza, que a pessoa sente, não é real, embora ela a sinta e tenha fortes convicções de que estes sentimentos são reais. E então ele diz que tudo isso se deve aos pensamentos e que os pensamentos não são reais, mas o sujeito os pensa todos os dias e tem altas convicções de que eles são reais. O sujeito, que apareceu de repente, diz que tudo o que é necessário é mudar os pensamentos. Como a outra pessoa está muito triste e sem muita escolha, acaba concordando que deveria mudar seus pensamentos, admitindo que seus pensamentos catastróficos, por exemplo, não são reais. O que acontece? Bem, aqueles sentimentos que foram negados por serem irreais são reforçados no escuro que são empurrados. O que você pode fazer ao invés disso? Pode-se fazer o processo gradual ao invés do processo brutal, ou seja, registrar e analisar tais emoções e sentimentos, como o Método Paranóico de West.

Escrito quase original, parte de uma folha de um mural, editado para este livro, escrito em 1 de abril de 2022.

Adaptação da listada de Mick West. As dicas sobre avistamento de OVINS, listada pelo Mick West, servem para muitos outros tipos de delírios ou projeções de imagens/sons de sofrimento/dor, veja:

1.Observe o movimento, em caso de som o tempo de fortes e fracos ruídos. Anote o que observar, como o tamanho, em caso de som o comprimento (durou muito, durou pouco) e o foco do objeto, em caso de som a nitidez ou não do que está sendo ouvido (está claro que é isso ou não está claro que é isso ou baixo para médio que pode ser isso). Faça uma comparação com o plano de fundo, em caso de som compare com os objetos que podem está contribuindo com este tipo de ruído (enquanto ocorre, por trás disso, acontece o som da rua, o som do ambiente), mais um ponto para caso de som, caso houver aparelhos ligados teste desligar todos e observe;
2.Faça uma lista de explicações possíveis, a partir do que é observando, e organize de acordo com a probabilidade, da maior a menor chance de ser possível (pode colocar uma explicação para cada um dos tópicos como: é provável por isso e é improvável por isso);
3.Em vez de remover possibilidades improváveis, continue a reorganizar à medida que novas informações são descobertas (só acontece quando estou assim ou penso assim; o sentimento que sinto quando ocorre é este; o sentimento após isso é este);
4.Trabalhe com uma comunidade, como terapia em grupo ou/e escreva os pensamentos que passar em algum lugar, e exponha as explicações que catálogou, sem excluir a probabilidade de nenhuma, apenas dizendo ser mais para menos possível, não desconsiderando a classificação de médio para alto e baixo para médio;
5.Procure entender cada momento junto com um membro da família ou amigo. Exija apenas escuta e empatia, afaste o negador feroz. A negação pode tornar o processo ainda mais difícil. Por exemplo, se você falar com alguém que diz que vê um cachorro em chamas nada ajudará com uma resposta como "eu não vejo nada disso, nada está ali", bem, considere ouvir o que a pessoa narra, até mesmo com você mesmo, vê ou ouve.

Anteriormente você viu a adaptação da lista do Mick West para ilusões visuais e sonoras, você viu que, ao invés de negar, existe o método de investigação no qual você faz uma lista de hipóteses do que pode ser o que você ouve ou vê, do mais provável ao menos provável, embora a lista original sirva para avistamentos de OVNIs. Aqui, coloca-se como exemplo o que foi tematizado no e-book Pauta deste ano, 2022, feito de link no trecho anterior:

1.Um grupo de Hipopótamos está me monitorando via satélite, observando minha vida diária e monitorando meus pensamentos por através de algum software de Registro Cognitivo (Cognitive Records) e capturando a minha Imagem da Mente (o que se imagina), isso se desencadeou após o lançamento de 15 palavras em uma caixa interativa de status da página WWW, que eles, os Hipopótamos, consideraram extremamente malditas. A perseguição se tornou legítima, segundo eles e por eles, após a declaração de algo que eles consideraram extremamente repugnante, como se fossem heresias. Tal declaração se comprovará pela reprodução de condutas a partir do fixo sistema de valores;
2.Espíritos obsessores estão me observando após a divulgação de um livro virtual com uma linha de pensamento negativo;
3.Os sons das hélices dos ventiladores, do aparelho sonoro do fone de ouvido e da TV, fazem ruídos que soam como pequenas vozes de uma péssima e baixa ligação telefônica por trás dos sons que são interpretadas pelo cérebro como sons de baixa intensidade de pessoas conversando.

Agora, sem negar nenhum dos três tópicos, pode-se pensar as seguintes perguntas para cada tópico:

•Qual a maior oportunidade para isso?

•Qual a maior barreira para isso?

Base para adaptação da lista de Mick West:
https://www.futurelearn.com/courses/unidentified-flying-objects-ufos-teach-out/1/steps/1397801
Meus relatos em e-book e auto-observações:
https://www.wattpad.com/story/289270273-pauta-algumas-coisas
Meus relatos de mural começam no dia 11 dez. 2021 até mar. 2022. A partir de março começou a diminuir:
https://www.wattpad.com/user/Dicalixto97/conversations
PDF do Método-Paranóico de West: https://drive.google.com/file/d/14fMcueMHXt-OP7XEciWFIOlk-rMw4LSt/view?usp=drivesdk

Escrito original, parte de uma folha de um diário, redigido em 12 de abril de 2022.

Hoje, por volta do final da tarde, as vozes voltaram com um som alto, parecem ser as minhas vizinhas do lado, entre as coisas que dizem que eu poderia identificar que falam de mim sendo opressivo, mentiroso, nojento e negro. A voz soa como se fosse de um telefonema, é de médio a baixo. Quando me sento no pátio para ouvi-los, noto que eles soam como se viessem do vizinho no 800. Ora penso que possa ser a voz da minha antiga sombra Zé-ninguém ora penso que pode ser de uma pessoa mais jovem. Às outras vozes em maioria são de mulheres, suspeito que de um grupo de Hipopótamos. Tem um homem que faz questão de rir da minha originalidade e me chamar de incompetente e extremamente burra, dizendo que tudo eu não sei. Inclusive no momento em que escrevo ele está rindo ou alguém está rindo.

Por um lado compreendo a razão deles rirem de mim, acredito que por um choque cultural e também por invalidarem minha ação por ser simplesmente quem sou. Eles riem agora com o termo "invalidarem". Na ocasião de nada disso ser verdade acredito que diga que diz muito sobre conteúdos reprimidos, na ocasião disso ser verdadeiro acredito que valida a minha suspeita sobre a existência da Patrulha da Iminência.

Sobretudo, me sinto tranquilo e um tanto magoado. Estabeleci que irei escrever sobre isso aqui e gravar áudios. Irei me observar mais e observar essas pessoas, seja lá o que são e como chegaram aqui. Isso também me fez pensar nas hipóteses de alienígenas que possam nos observar para estudos e como que nos tomando da realidade por meio da abdução.

Acredito que o dona da página WWW, chamado de Cusor, esteja no meio desses assediadores psíquicos que falam que eu não deveria escrever por não saber escrever. Minha expressividade está sempre sendo condenada e julgada.

Esses observadores me assistiram nos maiores momentos de vergonha, como me cagando nas calças e assim notei que eles tem uma certa fragilidade em saber que pessoas podem se cagar. Parece que o fato de eu não escovar os dentes e tomar banho desleixadamente os faz rir. Além do fato da forma descuidada que tenho de me trocar.

Isso tudo me causa uma angústia, eu fico frio, alienado, retardado, aumento os monólogos cognitivos e esse último mostra uma necessidade enorme de conversar com alguém sobre isso, um terapeuta. Estou me programando para ter um terapeuta.

Escrito original, parte de uma folha de um diário, redigido em 13 de abril de 2022.

Entendi que estas vozes me fazem sentir certas emoções como graça, raiva, tristeza, angústia, animação intensa. Há momentos em que penso que são eles o trabalho de um grupo de espíritos malignos, abusivos e perversos, e há momentos em que penso que são um grupo de idiotas insatisfeitos consigo mesmos. Deste ângulo, tenho duas hipóteses, uma hipótese espiritual e uma hipótese tecnológica. No pauta de hoje vou falar da hipótese espiritual.

Parece-me que a melhor saída é a tabela de cognições da terapia comportamental, por outro lado não quero forçar a mudança brutal de um pensamento para outro pensamento alternativo, então em algumas ocasiões opto por viver a emoção ou a conduta gerada por essa emoção, exceto quando se trata de uma conduta destrutiva, nesta ocasião eu teria que optar pela técnica da tabela de cognição.

A palavra ajuda muito nesse processo, por isso tento falar o que posso com quem posso sobre, além de escrever nesta revista minhas impressões. Particularmente tenho sentido que estas vozes têm uma consciência paralela e completamente inconsciente, o que significa que elas dizem o que querem, independentemente de como estou me sentindo ou pensando. Mas uma coisa que tenho praticado é a desamificação dos sons, é como se o som fosse um leque que eu possa abrir e pensar o que está dando corpo a este material delirante, como se as emoções estivessem vestidas de som.

Algumas coisas que não entendo, por exemplo, se elas estão sempre reagindo da mesma forma que é sempre defensiva, por que então elas continuam assistindo? Uma vez em um grupo de redes sociais me disseram que havia pessoas que iam às prisões para repreender os criminosos, quando na verdade eles iam lá para repreender o criminoso dentro deles. Quem sou eu que estou nessas vozes? Quem são essas vozes que estão dentro de mim? Por esta razão, conversei com eles de modo telepático, tal como estamos conversando desde de Janeiro deste ano (ou entre 12 a 18 de dezembro), mas as conversas estão em sua maioria em posição defensiva, já que as respostas são dadas com insultos e estímulos emocionais, uma defesa por desvio, em suma, "para desviar do sujeito causando outra situação emocional e psicológica". Uma coisa que ouço muito é a palavra "tadinho, coitado", o que não justifica realmente o motivo da observação, mas reforça a ideia de desvio por outro condicionamento.

Eu tinha a forte convicção de que era minha antiga sombra me observando via satélite e por um aplicativo de Registro Cognitivos e Codificação em pixel da Imagem da Mente, como foi dito nas páginas anteriores, mas ouvindo mais de uma vez seus antigos áudios e sempre, com uma pausa de um ouvir para o outro, percebi uma estranheza tanto em sua voz como na voz que eu sentia ser a dela. Contraditoriamente, a voz que ouço me lembra uma colega que tive na faculdade, Rita, e ao mesmo tempo me lembra uma professora de agricultura que tive na faculdade, mesmo período de tempo. Ambas as vozes de mulheres por quem me apaixonei durante a faculdade, embora ambas fossem ligeiras paixões. Suspeito que um conteúdo de projeção afetiva inconsciente possa estar dando timbres a essas vozes, enquanto que são vozes que me lembram de pessoas do passado e que, em sua maioria, esqueci.

Acredito que este delírio pode ser uma doença, uma maldição, como no título que iniciou o assunto, e por isso acho que ele só pode ser substituído por uma grande paixão, animação junto com outra ocupação e interação. Ou seja, não que os sons desapareçam ou diminuam, eles apenas ganharão pouco foco ao serem substituídos por outros ângulos e motivações afetivas. Para ajudar neste processo, pensei em escrever o que sinto, como faço agora, para tornar público e me deixar encontrar e ler, além disso, procurei interações sociais, como praticar um esporte e me ligar a duas comunidades religiosas para encontros e dogmatizações. Se eu pudesse, o que seria muito melhor, eu me encontraria semanalmente com um padre para falar sobre tudo isso, na condição de que não fosse uma conversa à distância.

Escrito original, parte de uma folha de um diário, redigido em 14 de abril de 2022.

Hoje notei que a melhor forma de saber lidar com essas vozes é aumentando um diálogo comigo mesmo e desvalorizando outros pensamentos, ou seja, não ver necessidade de responder ou explicar essas aparições paralelas. Tenho ainda uma grande dificuldade de não ter que explicar, parece que os meus pensamentos precisam de uma autoexplicação. O jogo é o mesmo é uma cadeia de efeitos emocionais e psicológicos do tipo "espero que você não saia da cama", "espero que essa dor no seu peito intensifique" e isso por meio de estímulos emocionais e psicológicos uma distorção maior da autoimagem. Buscar por explicações por parte da minha antiga sombra é burrice, o ideal é trabalhar estes escritos com outro profissional. Embora fosse melhor o cognitivo comportamento, já que se trata de pensamentos.

É uma reforma da própria personalidade, é fazer com que ela não seja mais visto por si própria como insuficiente, mas como algo que se firma sem precisar falar para si mesma porque está pensando naquilo, porque está fazendo isso mentalmente, mas deixar os pensamentos correrem. Não é fácil. Se adaptar a essas vozes e do fugido às fazer voltar a ser ruído não é algo fácil. Ainda acredito que a gravação de áudio ajude nesse processo, uma forma de expressas as emoções e não as deixar acumulando para um mal-estar no peito. Falar, mesmo que seja consigo mesmo, mesmo que seja um diário, é importante. Uma pessoa que se cala se traumatiza duas ou mais vezes e aquele que força esquecer a sua história acaba sendo condicionado a reproduzir. Então admitir seus pensamentos. Falar mais com você. Daí a importância do acesso a terapia, mas você acha mesmo que a alta classe quer isso? Se você fica mais traumatizado você fica mais vulnerável.

Uma questão dessas vozes: Se esses episódios me traumatizaram. Não sei ao certo, mas posso dizer que intensificaram feridas que já haviam. Um meio de as fechar era imaginando um mundo como do Jogo do Tormento, escrever minhas histórias foi o que mais me ajudou a tratar minhas dores, eu não me sentia tão mal quando as escrevia. Hoje com esse bloqueio da Imagem Mental e interferência de vozes ao estado de alheio ao próprio mundo interno prejudica o que estava tratando de modo artístico.

A ideia que tenho agora é de reduzir essas vozes para serem ruídos, para isso preciso me organizar e ter um gravador de áudio para falar nos momentos que sinto maiores oscilações.

Ontem a noite apareceu uma nova voz, um novo integrante agora sendo: Christiana, Alexandre, Maria Luciana, Erick, Arthur.

Escrito original, parte de uma folha de um diário, redigido em 14 de abril de 2022, 19:17.

Eu tenho observado as vozes que eu escuto, uma pessoa especial chamada, entre essas vozes, de Clementina, suspeitei por muito tempo que pudesse ser a minha antiga sombra, fiz uma comparação dos áudios de conversas antigas com as vozes que eu escuto e senti uma alteração mais grave, essa vozinha especial parece ter muita raiva de mim como se estivesse enfurecida e certamente pensa ter passado por uma intensa injustiça. O objetivo dessa voz é assistir e retorcer a minha dor pessoal, uma dor que ela mesmo ocasiona/provoca. Essa voz é composta por 4 pessoas, sendo seus nomes Christiana, Alexandre, Luciana e Erick, recentemente apareceu um novo integrante chamado de Arthur ou Pablo, obviamente esses nomes podem ser fictícios, mesmo assim eles se chamam dessa forma, pelo menos o primeiro nome, Clementina, eles sempre reproduzem. Essas vozes parece ter o intuito de me matar, essa família concorda com todos os feitos que tem ocorrido até então e concorda com os meios que ela planejou para ter sua vingança pessoal sobre algo que eu não faço a mínima ideia. A ideia dela também é tirar a curtição do exposto ao ridículo, grotesco e repulsivo. Ela observa deformação na letra e sorri, pois observe os estralos de seus lábios abrindo em risco, ela assiste a deformação e se orgulha do que está vendo como feito o dela própria. Parece que ela tem uma atividade sexual ativa que para mim significa que o gozo está sempre para necessidade dela. Ela ri de todas as ocasiões que considera ridícula. A voz dela se parece com uma colega da faculdade que tive, Rita, mas hora também parece com os áudios reproduzidos em nossas conversas pessoais. Observando nesse meio que há uma procura o controle e condicionamento, um condicionamento comportamental, emocional, psicológico como se estivesse assumindo o papel de Deus, onde eu tem o poder de definir a personalidade de outras pessoas. Moto também que é uma fragilidade para o ridículo, o grotesco e o repulsivo como se a atribuição dessas características reduzissem alguém a uma condição de inseto. O que vejo e que tudo que não está nos parâmetros de sua etnia cidade e de sua comunidade postulada é digno de ser excluído e banido por formas diversamente perversas e inimagináveis. Essa mesma ideia sentir aparecer na página WWW no percurso de 355 dias, como se a página WWW estivesse entusiasmando essa movimentação. Essa tal de Clementina, que aparece nas vozes, parece gostar de sentir ser as razões dos efeitos que ela ocasiona. Se atensão e o caráter é tudo que essas vozes toleram o inverso lhe geraria outros efeitos e talvez de desinteresse. Essas vozes tem aspectos perversos, portanto me pergunto "como aumentar o desinteresse de um psicopata?", creio que seja está voltado para mais si mesmo, os ignorar. Se ouvir mais, fazer teatro, criar monólogos de um mundo infantil.

Nisso a questão que me coloco é "você sabe o que está ouvindo?".

Escrito original, parte de uma folha de um diário, redigido em 16 de abril de 2022.

Frases interessantes "Abre a porta pra mim, eu sou uma boa pessoa", foi o que as vozes falaram no dia 12 para 13. Já na noite do dia 13 para o 14 pareceu que elas sabiam quando internamente me sentia angustiado, deprimido e mal dizendo "ele está chorando" quando eu não estava só estava me sentindo mal. Agora eles dizem "gente..." em um tom de surpresa. Hoje as vozes pararam, começou na noite do dia 13, após eu tomar um banho e antes disso tomar o risperidona, tomei também o risperidona dia 14, dia qual elas pareceram silenciar quase completamente, para o estado completo ao som de ruído para o dia 15. Na quinta-feira me desculpei com o WWW e nesse mesmo dia conversei novamente com a minha antiga sombra, Hipopótamo, via whatsapp, perguntei a ela se a podia seguir no Instagram ela disse que por razões pessoas seria melhor não, compreendi e descidi não a seguir, mas não pude deixar de visitar seu perfil três vezes em busca de provas ou qualquer ponto de associação com o que estou ouvindo, declaro continuar com as visitações a fim de encontrar indícios, que no caso encontrado irei os dissertar aqui. Nesse mesmo dia, no horário da noite, conversei com a minha mãe abertamente sobre tudo que estou passando e passei nomes que ouvir e as informações que ouvir também. Tudo que estou escutando descidir falar para ela e na medida que vou me lembrando descidir também falar para ela.

Tenho a impressão que o grupo de estudos do espiritismo, apesar de falarem quem viram e escutaram algo, não possuem completa crença em meus relatos somente em uma passagem ou outra.

Escrito original, parte de uma folha de um diário, redigido em 17 de abril de 2022.

Hoje penso na hipótese espiritualista, listada acima e não negada a sobrepor a hipótese tecnológica, pois não há como um sino de igreja próximo a uma praça tocar às 17h30 ou 18h20, de acordo com minhas pesquisas. Percebo que o conhecimento da mediunidade ainda me parece escasso, além disso, vejo muitos médiuns dizendo que são, mas que não são médiuns. Em nenhum lugar diz que espíritos (bons e maus?) podem observar nossos pensamentos, interpretar nossos sentimentos ocultos e condicionar nossa linha cognitiva, quer estejamos ou não em sua freqüência. Percebo com minha experiência, na hipótese espiritualista, que esta idéia de freqüência não é tão tangível, porque mesmo estando fora da freqüência de um espírito obcecado ele pode condicionar uma linha cognitiva que o coloca na mesma linha que ele e é a partir dela que ele influência primeiro suas emoções e depois seus comportamentos, mas a porta para sua influência é a lacuna do pensamento, a partir do que observei. Cabe ressaltar que há uma escala de pensamentos, existe o pensamento primário, existe o pensamento secundário, existem certamente outros graus de pensamento, existe o pensamento instintivo. É pelo pensamento instintivo que a lacuna é estimulada. Para isso eles usam de todos os apetrechos como imitar a voz de alguém ou ensinar uma condição familiar de uma pessoa, certamente será uma pessoa com grande importância afetiva e por isso o efeito proporcional ao tamanho de sua importância. Válida a ideia que frequentar um lugar religioso reduz a influência dos espíritos, a falta de um dia já repercute em tudo. O lugar religioso tem capacidade de doutrinar os pensamentos instintivos ou de os filtrar, ou melhor, os reelaborar, fazer de água a vinho. Junto com a frequência ao lugar sagrado pude experiência e validar a ideia da vela que pareceu fazer sentindo. Oração e rituais parecem só funcionar bem quando são feitos com energia intensa, o maior de todos, que eu tenho notado, é o amor. O amor é o que mantém a linha cognitiva em um ponto demasiado delitantico. Há coisas mais íntimas a observar que podem dar lugar à influência do espírito. Como uma boa bengala notei a contribuição da Teoria da Comunidade, manter uma regularidade de frequentar um grupo de pessoas que ligam outras perspectivas e portanto outras linhas cognitivas. Em síntese trata-se da teoria cognitiva comportamental, mas precisando, antes da alteração da linha de pensamento, de uma alteração no ambiente. Portanto, o externo induz a linha cognitiva interna contribuindo com seu desenvolvimento prol o exercício do amor, conforme os valores do cristianismo. Entende-se amor pelo que sente unicamente em você e não exigindo ao outro qualquer tipo de retribuição ou reconhecimento. Apaixonar-se é uma motivação externa que induz a linha cognitiva para longe de pensamentos destrutivos, distorcidos e desassociativos. Escrevo isso porque percebi que não há tecnologias de registros cognitivos e codificação da imagem na mente. O que se tem hoje é o Alterego, megafone desenvolvido pela MIT e um fone desenvolvido pela Google. Nos tempos de hoje não há um software independente que possa operar em codificação a linha cognitiva e imagem mental sem pertencer ao corpo de um trambolho de hardware. Ainda no futuro o software de linha cognitiva e imagem mental precisar de um dispositivo hardware para operar e espera-se que seu desenvolvimento esteja alicerçado as práticas bioéticas da neurociência. O pensamento instintivo funciona como o mecanismo de produção onírica, ou seja, ele representa todo o aglomerado de percepções e sentimentos e sentidos captados em um dia, assim como os desejos mais íntimos. Se pudesse ter uma representação do pensamento instintivo séria a representação de um animal e por estar na condição de um animal, que agem instintivamente, o pensamento instintivo pode ser treinado pelos métodos behavioristas de cognição, que são, por exemplo, a doutrinação. Tratando-se assim valida a pergunta "como ensinar o meu cachorro a fazer xixi no lugar certo sem que eu precise bater nele, sem que eu precise oprime ele?". Quando se oprime um pensamento instintivo ele piora, ele fica mais pulsional. O melhor método é educar por meio de recompensas. Ressalta-se que essas observações são pessoais e parte de um diário.

As 14:18 ouvir o cantar de um pássaro dentro do meu quarto vazio e silencioso

As 14:18 ouvir o cantar de um pássaro dentro do meu quarto vazio e silencioso. Agora vamos voltar a hipótese tecnológica. Sabemos que é possível a captura de imagens e o monitoramento de imagens por satélite, mas será possível o monitoramento dos pensamentos e da imaginação de alguém por meio de satélite? Assim com um satélite pode te seguir na rua, ele poderia além disso captar seus pensamentos, sentimentos, imaginação?

Isto é o que minha primeira voz me diz, meu pensamento primário, ou seja, meu pensamento principal, em termos de persona, personagens, máscara, defesa, a primeira pessoa, diz-se que para monitorar os pensamentos de alguém é necessário ter um dispositivo capaz de detectar e traduzir alguns impulsos neurológicos, Eu acho que talvez um satélite tenha a capacidade para isso, pois ele pode ler a atividade cerebral, na ocasião de afirmar a hipótese tecnológica, mas isso por si só não é suficiente, também é necessário ter um software capaz de ler essas informações neurológicas, as opções para isso são escassas e quase exclusivas para uma elite. O que eu sei, de forma tangível, segundo o que posso encontrar no Google, é que não é possível para um dispositivo ler estes impulsos sem estar conectado ou muito próximo da pessoa. Pode ser que este grupo de pessoas que me espionam, conforme o que sinto pelos nomes mencionados até agora, sejam de uma classe muito alta e, portanto, tenham acesso a diversos conhecimentos, mas que optem por observar algo sem intelecto e repulsivo, existe talvez a perversidade de exercer um tipo de controle cognitivo, emocional e condicional. Esta primeira hipótese, de tecnologia, repõe a hipótese espiritualista. Segundo esta visão, estamos sozinhos e vulneráveis em um mundo onde os mais ricos exercem livremente e sem penalidades suas condições reais como uma personalidade extremamente perversa, no qual jogam com os aspectos psicológicos e emocionais dos mais pobres. Mas se é uma tecnologia, por que não estou escutando-os em voz alta? Se a diversão é a piada emocional e psicológica, é melhor deixar o som no máximo para que a tortura invisível possa aumentar o estresse e, a partir do estresse, trazer complicações lentas e dolorosas para a saúde. A diversão do som alto é ver o indivíduo tomar todos os remédios possíveis e ver em si mesmo não causar nenhum efeito de melhoria, mas contribuir para seu agravamento. Por que recusar o som? O som alto tira a concentração de si mesmo, tira o sujeito do seu centro, ele não é capaz de produzir atividades criativas e acaba atrofiando suas capacidade simbólica para reproduzir uma alienação de si mesmo e de sua capacidade.

Para entender melhor a hipótese tecnológica: - Um jovem está deitado em seu quarto, um satélite está de frente para o monitorar e as imagens e dados neorológicos podem ser capturados através das paredes de sua cabeça. Os dados do satélite são enviados para um dispositivo que executa um software e traduz os dados em Gravações Cognitivas e Imagens Mentais, além de fornecer informações sobre o estado emocional e fisiológico do observado. O dispositivo que opera o software pode ler os Registros Cognitivos em voz alta e codificar em pixels as imagens que se imagina. Paralelamente, o satélite emite um link com o ambiente que o monitora, enviando pequenas ondas de informação que são transformadas em som quando colidem com outras ondas sonoras, como a da televisão, do estéreo e do ventilador. Cada onda sonora que impulsiona as pequenas ondas parece abri-las no ar e ser perceptível para os ouvidos como pequenos sons, esses sons são captados pelo aparelho hardware, ligado ou não a um microfone. Se houvesse um dispositivo de software que pudesse ler esta linha de transmissão, que outros dados descobriríamos a partir da onda de dados do observador? Poderíamos descobrir, por exemplo, o IP e o endereço online do observador. O que quero dizer é que essa conexão por satélite é, nessa hipótese, um link mútuo, ou seja, se por um lado alguém recebe os dados esse alguém também está transmitindo seus dados. O que pode-se esperar é que de alguma forma esses dados ficam gravados nos dispositivos ligados a internet. Então, na ocasião disso ser verdadeiro, pegando os dados do celular de qualquer pessoa da minha casa, informações de terceiros apareceram compactadas. Como emails estranhos, palavras não usadas, pesquisas na área de anúncios, do tipo: "nunca pesquisei por isso porque aparece esse anúncio".

Não sei qual das hipóteses é a melhor e mais verídica, a do espiritualismo ou tecnologismo. Ora me inclino a uma ora a outra. Só há uma forma de saber testando a hipótese da tecnologia e para isso é necessário um aparato enorme de tecnologia, um aparelho para captação de som, um aparelho para análise de dados, conversas com mestres em satélite e tecnologia futurista. A parte que sei é que está havendo essas vozes, agora não sei qual das teorias se enquadra melhor. Começamos por refurtar uma, a mais fácil que pode ser provada ou não é a do satélite, uma vez essa sendo excluída sobra a hipótese espiritualista e por fim tal ganha.

Começamos por refurtar uma, a mais fácil que pode ser provada ou não é a do satélite, uma vez essa sendo excluída sobra a hipótese espiritualista e por fim tal ganha

Imagem acima: o desconhecido ganhando a forma do que se pensa conhecer.

Escrito original, parte de uma folha de um diário, redigido em 18 de abril de 2022.

Neste dia as vozes continuam como ruídos, é possível ouvir uma ou outra palavra em momentos diferentes e distantes. Na noite do dia anterior esbocei a hipótese mitológica na qual estas vozes são de um vampiro que têm capacidades polimórficas, ou seja, como a imagem anexada acima, portanto, a capacidade de imitar as vozes de várias pessoas e, se vistos, talvez sejam capazes de imitar a aparência de alguém. Na hipótese mitológica, o vampiro estimula maus sentimentos e pensamentos para alimentar-se sobre eles, muito provavelmente para se tornar mais influente na conduta do sujeito perseguido. Na comunidade espiritualista não vejo uma abertura para falar sobre isto. Tentei falar sobre as linhas de pensamento e não houve retorno, exceto por um esclarecimento de um membro do grupo que havia acabado de chegar que foi o seguinte: "não há apenas maus impulsos". No momento, não sinto tanta vontade de escrever sobre isto como em outras ocasiões, no que posso tenho me colocado à observação. A influência das vozes no aparelho psíquico é do inconsciente e o que está associado ao estágio desta tópica, como os instintos e, portanto, os pensamentos instintivos. A freqüência também é algo muito inconsciente e acredito que não podemos influenciar a freqüência com total clareza sem antes entender a natureza instintiva. A natureza instintiva se constitui, ao meu ver, a partir do primeiro estágio de desenvolvimento humano, como uma herança genética da alma, a natureza instintiva é embutido no código genético da psiquê. Nisso a função de sua existência é fazer prevalecer a sua superação, ou seja, superar os instintos, estabelecer um filtro ou uma reeducação cognitiva contínua. Os traços genéticos do desenvolvimento da alma não desaparecem e é pelo ponto mais fraco que os vampiros/apuradores condicionam os instintos, pensamentos, emoções e condutas. Creio que não seja negando o pensamento com um "esse pensamento não é meu" mas reeducando o pensamento como se educa uma criança "não pense assim, pensar assim é feio". Cada alma começa como uma criança, do mundo infantil se estabelece o mundo do adulto. É saber lidar com seu eu interior, do mais medieval até o mais contemporâneo. Ou seja, você não é somente o que é agora, mas pode possuir traços iguais ao desenvolvimento humano em geral, ou seja, do paleolítico até o contemporâneo. Não negando os traços primitivos, mas os filtrando. Como filtrar? Pela simbolização. Ainda me faltam palavras para descrever como a simbolização contribuiu para o desenvolvimento do filtro para os instintos. Um exemplo chucro é o hábito de usar o banheiro, se não houvesse a simbolização à cultura de usar o banheiro as pessoas atenderiam seus instintos e mijariam nas calças. Obviamente devem haver outros panoramas, visto que isso é apenas um diário e, obviamente, não busca estabelecer verdades absolutas, mas sim expressar suas ideias, sendo elas cabíveis ou não. Pelo que tenho observado esses instintos correspondem muito ao que o Guilherme, meu primeiro terapeuta, falou, ou seja, há outros ângulos. A importância de olhar outros panoramas, horizontes, ângulos para o estímulo simbólico e para desfrutar de outras emoções, ou seja, sair do mesmo lugar e olhar para outros pontos. Agora, enquanto escrevo, escuto as vozes rindo e invalidando uma dissertação desse diário pessoal. Pelo que pude observar essas almas não gostam de ser chamadas de espíritos e se divertem em rir do que escrevo, do que faço, do que penso assim como gostam do que chamam "me perturbar".

Escrito original, parte de uma folha de um diário, redigido em 20 de abril de 2022.

Ontem conheci o Márcio que se autodeclara paranóico e confirmar passar o mesmo que eu quanto às vozes, havendo uma diferença, em uma para outra. Me sentir melhor sabendo que há alguém que passou por algo semelhante com o que eu passei. A palavra utilizada por ele foi conversas por telepatia, um ponto que achei fantástico, pois sinto o mesmo. Ele me desejou melhoras e me deu um livro da coleção da ONG qual o grupo de terapia está vinculado.

Neste trajeto continuei a fazer observações e escrever coisas mais íntimas que sinto no Blogger da Google. Ainda sobre a natureza dos meus pensamentos parecem ter uma relação direta com as vozes que escuto, pois, dependendo do que eu pense elas reagem conforme a isso. Acrescento que tudo que passe pela operação cognitiva, como por exemplo ler, ouvir música, assistir um filme tem a reação deles. Além disso o comportamento também está correlacionado a reação dessas vozes.

Há diferentes tipos de pensamentos e além deles há instintos e pulsões, que funcionam como um spam ou uma janela que abre inusitadamente. Sobre o último, costumo deixar a natureza da pulsão falar mentalmente e ela obviamente costuma a mentir para obter algum prazer pessoal que desconheço até que atenda seus estímulos. O melhor a fazer é observar a pulsão na operação cognitiva e não a reprimir ou tentar a corrigir. Outros pensamentos também noto estarem entrelaçados em menor grau a pulsão cognitiva ou pulsão na cognição quais não tenho observações suficientes para descrever, mas a diferença desse para o outro é que o outro aparece independente da linha de pensamentos operante, por exemplo, posso está lendo um livro e derepende surge o pensamento de tomar sorvete, isso foi instintivo, visto que apareceu do nada e sem nenhuma correlação com o que estava se pensando naquele momento. Ainda assim há um sentido, um sentimento muito íntimo de correlação com tais pensamentos, como sentir que você "pode" querer tomar sorvete.

Por essa razão, penso na hipótese inconsciente, na qual a naturaza dessas vozes são tão autônomas, tão paralelas a tudo que se pode observar acontecer na mente que só se pode creditar elas a uma natureza inteiramente inconsciente. Tendo em vista que não podemos brever como elas reagem, não podemos definir qual palavras elas irão dizer, não podemos dizer ao certo que voz é em dado momento, podemos falar que é a forma da voz que a memória e os instintos anunciam ser das pessoas anteriormente citadas (alieniginas existem).

Mas é interessante como essas vozes estão intrínsecamente correlacionadas a tudo que opera no campo cognitivo, pode-se assim dizer que possam ser puras emoções inconscientes que se formulam pelo som.

Posso buscar saber da relação das emoções com os sentidos instintivos. Digo isso porque os pensamentos instintivos estão correlacionados com os efeitos dessas vozes, como se fossem uma dupla produtiva. Os pensamentos instintivos não atendem a linha de pensamentos primários, secundários e terceiros, mas atendem as influências das vozes. Um ponto interessante, quando um pensamento tem correlação com uma lembrança as vozes apresentam uma dificuldade de entender a referência do pensamento. Conforme o que pude observar, as memórias que operam não estão para o campo inconsciente. Paradoxalmente essas memórias motivam emoções mas desconfiguram as vozes inconsciente. Nitidamente essas vozes não tem acesso aos pensamentos operantes do submersos, como um submarino que não afunda, mas se manter em um grau que pode subir a cima.

Estou ainda observando essas vozes, mas a consciência autônoma delas me faz pensar que seja uma consciência paralela que conversam telepáticamete. Ou seja, são influenciadas pela linha de pensamento e conduta gerada por tais pensamentos primários, ou seja, que reconhecemos.

Sem sombra de dúvida a minha atenção e meus ouvidos são tudo para essas vozes, como se fosse o baú de ouro no final do arco-íris. O "saiba que estou aqui" é uma coisa que eles sempre dizem por trás de tudo, e absolutamente tudo mesmo, do que dizem.

Escrita original, parte de uma folha de um diário, escrita em 3 de maio de 2022.

Por um lado, digo que é óbvio que esta é a razão e, por outro lado, como se esquecesse completamente esta primeira explicação, pergunto a mim mesmo: De todos os Hipopótamos que tive, por que razão estes tinham que ser a forma que meu inconseqüente escolheu para imaterializar-se? Digo imaterializar-se porque é uma materialização negativa. É tudo uma cadeia complexa que não sei como descrever em um texto só. Pelo que observei, os pensamentos tiveram uma grande influência sobre toda essa dinâmica do fenômeno psíquico. A linha de pensamento quando ela ganha uma ocupação e constrói elos parece remover a percepção da imaterialização. Hoje eu não ouço mais os imateriais, se eles estão emitindo um som certamente deve ser tão pequeno que eu dificilmente posso percebê-lo. As razões para isto, presumo, são a linha de pensamento, a ligação social e a medicação. Seja como for, nesta condição não posso dizer ao meu psiquiatra que as vozes acabaram, porque corro o risco de não tomar mais a medicação e aquilo que estava escondido ressurge. A fim de manter o tratamento farmacológico, pretendo dizer ao psiquiatra que as vozes continuam. De certa forma é verdade, porque às vezes tenho a sensação de percebê-las muito longe, mas parece fácil convencer-me de que se trata de um barulho mal interpretado pelo cérebro. Mantenho que a maior força para mudar a linha de pensamento é amar ou apaixonar-se para se transformar em amor. Confesso que me distanciei dos relatórios porque minha rotina mudou e porque a medicação mais os exercícios fisico-cognitivos deram resultados. Caso estas ocorrências voltem, farei um livro especial apenas para estes relatórios, um livro que não é este.



Nota de edição para o site INUTILE-DILETTANTE:

Informamos aos leitores que os capítulos do livro "PAUTA: algumas coisas" foram alterados por este blogueiro. A versão original desse livro só pode ser encontrada no Wattpad e no INTERPRETAÇÃO HIPOTÉTICA. Infelizmente, a conta do autor no Wattpad foi bloqueada em 19 de maio de 2023 às 10:13, devido a supostas violações das políticas da plataforma. As mensagens divulgadas pelo espaço de expressão foram consideradas contrárias às diretrizes da rede. Por esse motivo, o autor transferiu seus livros para esse blogueiro e para o site INTERPRETAÇÃO HIPOTÉTICA.

A edição realizada por esse blogueiro é intitulada "Luz Reparadora" ou "Replight".

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