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"Bellum omnium contra omnes – etiamsi omnes, ego non.". Este blogueiro é dirigido aos escritos iliterários. Aqui este autor expõe seus registros cognitivos e distorções cognitivas.
Destaques
Etinocidio?
Não consigo ver como o aumento e sofisticamento da violência podem levar a atrofiação do psiquismo ou restrições da produções de imagens de códigos mentais/cognitivos. É difícil parar a cultura, estacionar a cultura, deixá-la inerte. Hitler não conseguiu isso, os Estados Unidos quase conseguiu acabar com a cultura popular brasileira, mas ela registe. Ela se atravessa e gera um movimento calidoscopico. Mas eu anseio por atrofiar as imagens e códigos e linguagem mentais. A guerra não se faz mais com a arma, com a economia, a guerra se faz em acabar com culturas menores, estacionar, fazer de ultrapassada. Extinguindo uma cultura ocorre o etinocidio e eu gostaria de ter poder suficiente para testa até onde a cultura sobrevive, uma câmera de gás da cultura. Acabar com ou reduzir a capacidade de simbolização de uma pessoa é uma grande arma e talvez uma via para a submissão e passividade. Obviamente a cultura que tem que acabar é a da branquitude, acabando com sua cultura acaba-se as forças políticas e notoriedade desses indivíduos e sobrepor a cultura do excluídos, pequenas tecnologias. Chega da linguagem e código com referências euroestadunidenses. Deixa se comer ave no réveillon para andar pra trás, esquece, Lentilha, Romã, Uva, Nozes, Carne de porco.
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