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"Bellum omnium contra omnes – etiamsi omnes, ego non.". Este blogueiro é dirigido aos escritos iliterários. Aqui este autor expõe seus registros cognitivos e distorções cognitivas.
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A VINGANÇA DOS CASCOS
Se os que ganham mais, junto com os mais ricos, não gostassem de ver o aumento da violência, investiriam mais em políticas públicas e bem-estar social, reforçariam suas funções sociais, mas não estão preocupados com isso, os que têm pau gostam de seus privilégios e querem que eles aumentem a qualquer custo, custando, por exemplo, o aumento e a intensificação ou sofisticação da violência. Mesmo que a lei seja reforçada não será suficiente para impedir o constante aumento e aprimoramento da violência.
A verdade é que ninguém se importa. Não adianta criar mecanismos para punir ou castrar, sempre haverá uma saída e o ódio e a violência serão exercidos até chegarmos ao ponto de estarmos convencidos da contaminação mundial nuclear por meio da guerra nuclear, porque não são os mais ricos que sofrem com isso, são os mais pobres, embora haja muita idiotice entre os mais pobres, uma passividade ridícula do jeitinho brasileiro.
Acredito que a ditadura do proletariado só é possível com o aumento da violência e da crueldade do proletariado contra os assalariados mais ricos. E para aumentar a violência dos mais pobres é necessário sair da passividade e reconhecer o próprio poder estando em um país pobre. É hora de revidar. O inutile-dilettante acredita na ditadura e vingança dos pobres e do proletariado, cascos.
Não é pela passividade que vamos conseguir justiça socioeconômica. Tem que ser agressivo.
Imagina se os cascos tivessem mais reconhecimento de sua notoriedade e força política.
Hashtag, demanda por políticas mais agressivas em prol dos mais pobres e oprimidos; uma política dos cascos, contrária aos referências brancos judaico-cristões.
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