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Destaques

DIÁLOGO IV

Disse o velho gordo mal cabendo na sua cadeira de bar, bebendo um coquitel de bagas e fumando um cachimbo com fumo de chocolate, e tossindo, porque não tem o hábito de fumar tão pouco de beber: - Ser um pobre estudante é horrível. A tecnologia não parece compreendê-lo, e o que deveria ser algo que o tornasse mais fácil acaba por o reter. A falha em escrever bate-me constantemente na mão e torna difícil produzir um raciocínio porque me falta um aparelho de ar condicionado. Vamos lá...  Será que a obra ou o autor vale mais?  Disse eloquente e bêbado: - Podemos dizer que o personagem de ficção passa por um controlo considerável e provável que o escritor, no seu lugar de poder, exerce sobre isto e sobre o protagonista sua influência. Haverá uma saída para isto, minha querida? Forster, a minha má influência, dá uma forma para que isto seja resolvido pela ligação entre personagens planas e redondas, em que o autor não exerce o seu poder. Por isso, interpreto-o como sendo pouco rígid...

A VINGANÇA DOS CASCOS

 Se os que ganham mais, junto com os mais ricos, não gostassem de ver o aumento da violência, investiriam mais em políticas públicas e bem-estar social, reforçariam suas funções sociais, mas não estão preocupados com isso, os que têm pau gostam de seus privilégios e querem que eles aumentem a qualquer custo, custando, por exemplo, o aumento e a intensificação ou sofisticação da violência. Mesmo que a lei seja reforçada não será suficiente para impedir o constante aumento e aprimoramento da violência.


A verdade é que ninguém se importa. Não adianta criar mecanismos para punir ou castrar, sempre haverá uma saída e o ódio e a violência serão exercidos até chegarmos ao ponto de estarmos convencidos da contaminação mundial nuclear por meio da guerra nuclear, porque não são os mais ricos que sofrem com isso, são os mais pobres, embora haja muita idiotice entre os mais pobres, uma passividade ridícula do jeitinho brasileiro.


Acredito que a ditadura do proletariado só é possível com o aumento da violência e da crueldade do proletariado contra os assalariados mais ricos. E para aumentar a violência dos mais pobres é necessário sair da passividade e reconhecer o próprio poder estando em um país pobre. É hora de revidar. O inutile-dilettante acredita na ditadura e vingança dos pobres e do proletariado, cascos.


Não é pela passividade que vamos conseguir justiça socioeconômica. Tem que ser agressivo.


Imagina se os cascos tivessem mais reconhecimento de sua notoriedade e força política.


Hashtag, demanda por políticas mais agressivas em prol dos mais pobres e oprimidos; uma política dos cascos, contrária aos referências brancos judaico-cristões.

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