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"Bellum omnium contra omnes – etiamsi omnes, ego non.". Este blogueiro é dirigido aos escritos iliterários. Aqui este autor expõe seus registros cognitivos e distorções cognitivas.
Destaques
PAUTA: bloco de notas
CAVA SUBAQUÁTICA: e outras passagens de folha
Escrito original, parte de uma fantasia ao olhar para uma notícia, escrita em 22 de outubro de 2021.
Um deus é o mangue, onde todos os pássaros se juntam nos ganhos de suas árvores aconchegantes. O deus é o mangue, que aquece os vários números de espécies de peixes como um manto quente. O deus é o mangue, cuja falta de ética e limites as movimentações financeiras fez de sua superfície mórbida com o pó de ferro, certa vez beijou em um mergulho o corpo leve de um pescador faminto. O deus é o mangue, que fez da voz da líder sua voz, que a fez protestar por sua vida, que a fez exigir pelo amor que a natureza fez aconchegar adentro o peito de todos da sua vila, que gritou ela que o manguezal também precisa de tratamento adequado, também sujeito a queimada das agências indiferentes, precisa o amor da natureza de puro e verdadeiro oxigênio, negado a ela por anos. Essa é a precariedade que deixou os ricos para a vila dos pescadores, sujando com sua cegueira o direito a vida legítima ao rio casqueiro. Antes do protesto os ricos os espancaram com bombas de pimenta, quando o balde de carne saltou de um trem de ganância estrangeira. Está um dia lindo para eles, certo que os rendeu boas gargalhadas, mas me lembro daquilo ter queimado meus olhos, feito cair lágrimas, meu rosto todo, em razão da toxina, borbulhava de tristeza e raiva. Formaram neste aglomerado de lama cinza a verdadeira face dos trapaceiros causadores, nessa lama se esconde, como para debaixo do tapete, a sujeira do mais rico, seu escoamento hoje vazado carrega para o meio ambiente também um genocídio. Matando a natureza se mata o único lugar onde há verdadeira bondade, amor, acolhimento. O ecossistema fracassado pela falsa ética e humanização, pois nada que é bom pode existir neste mundo, um conhecimento que serve apenas para a ganância, e errado sempre sendo o mais pobre que a protesta. Este é o Brasil, uma cova submersa, onde fez valer uma cava subaquática como uma bomba nuclear por excelência.
Um deus é o mangue, onde todas as aves se reúnem nos ganhos de suas aconchegantes árvores. O deus é o manguezal, que aquece os vários números de espécies de peixes como um cobertor quente. O deus é o mangue, cuja falta de ética e limitação dos movimentos financeiros tornou sua superfície mórbida com pó de ferro, uma vez beijado num mergulhado belo corpo leve, de um pescador faminto. O deus é o mangue, que fez da voz da líder sua voz, que a fez protestar por sua vida, que a fez reivindicar o amor que a natureza fez adentrar dentro do peito de todos em sua aldeia, que gritou que o mangue também precisa de tratamento adequado, também sujeito à queimada das agências indiferentes, precisa o mangue do amor de sua própria natureza por meio de um respirar funde do puro e verdadeiro oxigênio, negado a ela durante anos. Esta é a precariedade que os ricos deixaram para a aldeia de pescadores. Sujando os ricassos o rio com sua cegueira, sujando o direito à vida legítima para o rio casqueiro. Antes do protesto, os ricos bateram com bombas de pimenta, quando o balde de carne saltou de um trem de ganância estrangeira. É um belo dia para eles, com certeza lhes rendeu boas risadas assistindo a tevê, mas lembro que queimou meus olhos, fazendo cair lágrimas, meu rosto inteiro, por causa da toxina, borbulhando de tristeza e raiva. Eles desenharam nesta aglomeração de lama cinza a verdadeira face dos trapaceiros que a fizeram, nesta lama está o verdadeiro desprezível, a sujeira dos mais ricos escondida sob o tapete, qual seu deslize derramado hoje leva ao meio ambiente também um genocídio. Quando se mata a natureza, se mata o único lugar onde há verdadeira gentileza, amor e abrigo. O ecossistema falhado pela falsa ética e humanização que o interrompe, porque nada de bom pode existir neste mundo, um conhecimento que serve apenas para a ganância, e errado sendo sempre os mais pobres que protestam contra a ações de violência. Este é o Brasil, um túmulo submerso, onde fez uma cava subaquática valer como um atentado de uma bomba nuclear jogada sobre os mais pobres.
OUTRAS PASSAGENS DE FOLHA:
Escritos originais, parte de uma psicose enquanto olhava os pássaros comendo trigo no quintal, escrita em nenhum-dia de nenhum-mês de 2021.
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Escrito original, parte de um coração partido ao som de George Michael, do dia 25 de outubro de 2021:
Estou em um ponto em que estou cansado de admitir que não tenho a capacidade de escrever uma monografia decente, em verdade não me vejo com capacidade de nada, até mesmo de fazer uma citação de autoridade sem desvincular seu significado pela minha maneira de ver um mundo distorcido, em meus mal-entendidos presos a minha vista e medos de não está sendo aceito pelos meus rostos que sempre acham deformados demais, como tudo em mim. Também estou prestes a admitir que não tenho cabeça para escrever ou parar com os mesmos discursos que extrapolam pontos para que ninguém acabe me descartando como inútil, porque é o que sou. E repetir as mesmas frases me faz ter sua atenção em mim, por mais que não suporte suas críticas, que sempre me magoam e me destroem. Morro de vergonha e não consigo mais escrever, vivo com a falta de confiança em tudo que estou falando. Às vezes penso que nem mesmo eu posso ser real, às vezes penso que estou protegendo as pessoas se me mantenho bem longe delas. Eu sou tão feio, sou tão deformado, e além de tudo eu sou tão burro, um analfabeto por completo que não tem capacidade de ter qualquer erudição, um dislexco por excelência que na revolta fala coisas nojentas e mais burras ainda. Acho que nunca terei um amigo de verdade, sempre são as mesmas pessoas que chegam até mim, eles me estreitam para zombar de como me comporto estranhamente e como eu me visto mal. Até para os mais estranhos eu sou uma bizarrice mais estranha ainda, por isso que digo que sou um monstro. Você está errada, eu não confio em você. Não vou jamais confiar em alguém, as pessoas são sempre iguais. Eu sei bem disso como sei que eu escrevo muito mal, muito, muito mal. Eu troco tudo e vivo trocando tudo, vivo criando personagens como uma criança que brinca no dia do brinquedo na escola, vivo como um ameba infantil, vivo falando comigo mesmo em monólogos nas folhas, vivo em mundos fantasiosos demais para alguém que tem minha idade, às vezes me perco dentro das minhas próprias imaginações, como se tudo fosse um filme de romance, e acabo me sentindo um tolo. E não é muito difícil ir lá fora e ouvir ou ver pessoas rindo de mim. Desde que minha tia disse que guardar as emoções ruins faz desenvolver doenças, então, eu tenho descido engolir cada choro. Já faz um tempo que sinto meu peito afundado em nada e às vezes até eu estou torcendo pelo meu pior, até que tudo em mim e tudo que pareço ser de apavoroso e feio seja nada... Nada além de aos meus olhos ser meu normal. Por enquanto, eu não me suporto.
Se eu pudesse ter mediado para que nada terminasse em uma paixão "doentio", do tipo que só nos faz mal, de fato eu teria mediado. E se hoje eu pudesse dizer ao meu antigo professor que não sei escrever um artigo, que portanto me ensinasse, eu teria dito, como mais um modo de reagir ao que tanto me fez mal, que me fez sentir sem sentido e que a vida esteve desde aquele momento perdendo qualquer significado. Eu pensei comigo, se eu não pudesse aprender nada, qual então é o sentido de viver? E dali tudo se apagou.
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Escrito original, parte de um pesadelo feliz, dia 26 de outubro de 2021.
Tremendo sinto que ao peito cai uma forte sensação de insegurança e agitação, não consigo parar de cavar minhas unhas ao que meu toque sugere ser algo como um brotado de cabelo na lateral da minha cabeça, a pequena montanha que a unha parece dever cavar. Mas nem o arrancando parece haver algum alívio por está, enfim, sem esses cascos. A rua lá fora também parece ameaçadora e qualquer olhar pode sugerir que estou sendo perseguindo pela minha maldição, eu sou um monstro. É como arrancar a cicatriz que ocasionalmente é feita após a picada de uma mosca negra, mas tirar isso não me faz me sentir menos horrível. Parece-me que tem uma cólica de dentro para fora do meu espírito, que além de me dar arrepios, também me dá náuseas. E vomitar parece uma boa opção para tirar esse desconforto que uiva frio no meu peito. Embora, passar por isso tudo me der uma grande certeza, que não podemos jamais confiar em alguém. Não devemos confiar em ninguém. Todo caos ocasionado deveria me punir com morte, e morrer parece mais saudável do que viver monstruosamente neste caos em órbita, qual não se pode fazer acabar. Embreve não teria mais entendimento certo, e nenhum sobre a realidade, acho que estou desenvolvendo psicose.
Tenho muita inveja de quem pode pagar para ter um tratamento em uma clínica privada voltada para transtornos e psicoses. Eu realmente seria mais feliz e saudável se pudesse viver internado integralmente, preso em um quarto, com uma camisa de força se necessário. Já tô cansado dessas coisas que torcem a minha cabeça e pesam meus olhos. Parece que o tempo todo eu queria está dormindo.
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Escrito original, parte de um pesadelo vivo, dia 27 de outubro de 2021.
Às vezes gostaria de não ser tão psicótico, essas paranóias, esses pensamentos. Não posso mais ficar no quarto, porque tenho certeza que a janela do vizinho está me espionando. Não posso fazer mais nada nem me cuidar, tenho vontade de me cuidar, mas não consigo fazer muita coisa, nem manter. Na verdade, eu não teria muito problema em me cortar se meios menos sofisticados me permitissem. Não posso me sentir seguro quando saio de casa, não posso me sentir seguro em minha própria casa. Qualquer esclarecimento lógico me parece insustentável, às vezes me deixo levar pelos pensamentos, às vezes sinto uma espécie de agonia só de ficar neles. Eu realmente não sei o que acontece comigo, mas me sinto muito desconfortável comigo mesmo. Eu me sinto acuado e estranho no mundo. Às vezes acho que não consigo acompanhar as pessoas e não recuso acusações de que sou louco. Porque é isso que eu sinto que sou. Não posso confiar nas pessoas e nem mesmo na minha família, é o que sinto. Não tenho com quem conversar e pelo que entendi até agora nunca vou ter, porque isso é praticamente impossível. A instituição nunca mais me ligou ou me mandou recados, talvez a clínica me considere intratável e por isso não me mandaram recados para renovar o tratamento. É por isso que digo que ninguém se importa. As pessoas não ligam para ninguém, às vezes acho que a maioria quer que eu morra, eu não culpo elas, seria muito melhor para mim. Posso ver que só isso seria o melhor para mim. Basicamente, não tenho lugar, não tenho como viver, sou literalmente um erro, basicamente sou tão anônimo e despersonalizado quanto um tijolo pode ser em uma imensa parede. Na maioria das vezes, eu só tenho meus textos, onde posso realmente dizer o que quero dizer catalogando como ficção e fantasia, porque nisso não há quem diga que não é verdade o que estou vivendo. Para mim, isso é verdade. Para mim, isso realmente está acontecendo. Se for necessário admitir que sou louco e maluco para as pessoas considerarem o que vejo que está acontecendo, tudo bem, eu não me importo de ser.
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Escrito original, de uma sala de bate-papo furado, Out 6, 6:31:04am.
Isso pode ser perturbador no começo, mas dizem que engolir o grito, a angústia, a dor, como as palavras, adoece, dói e cansa. Mesmo que isso seja irritante, é precisa ser dito. E é por isso que acho que estou vivendo como o detetive Malone em Horror em Red Hook. Proferi palavras horríveis que nunca mais serão ditas, e que nunca deveriam ser ditas, e desde então aquela vergonha subiu dos mares ao meu chamado e conquistou minha doença em todos os meus sentidos e carne, colando seus tentáculos. Os pássaros sempre barulhentos voltam cantando em meus ouvidos. Tenho certeza que os demônios querem me encontrar lá fora, assim como eles invadem minhas máquinas para me ver envergonhado, de cantos imperceptíveis e rigidez em controle. Eles seguiram meus passos para expor minha vergonha, estão sempre na minha frente com tochas nas mãos, sigo constrangido e me levo para dentro de uma paróquia, espero que pelo menos o padre me ajude, foi o que ele tentou fazer - e fracassou em eximir tal monstruosidade. Posso ir embora e sair desta vida de uma vez por todas, mas paro do nada rumo ao viver sob o efeito desta doença que a qualquer momento vai levar ao mesmo fim, apenas com paciência aguardo o aumento da sua força e influência, o suicídio. Não tem mais com o que conversar, não tem com quem falar, são todos os mesmos campineiros com tochas cintilantes em chamas nas mãos, não tem mais o que fazer ou perguntar, mas agora acabou, e se adormeço é porque é esse lugar também a casa da morte. Única forma de acabar com tudo isso, de fazer os pássaros pararem de cantar os desaforos disfarçados, minha desgraça e humilhação poderiam voltar à sua natureza submersa ou camponesa, os sons de zombação das aves extinguiram. Tudo acabará e não haverá mais nada para me atormentar, mesmo com uma simultaneidade incandescente de alívio no tempo, digo, de não estar eu mais em qualquer lugar e para nunca mais está aqui. É por isso que planejo com esperança que esse boneco de palha queime como a saída da própria morte e liberdade. Sem dúvidas meu maior desejo é, como sempre foi, morrer.
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Escrito original, parte de lugar nenhum, dia 31 de outubro de 2021.
As coisas pioraram desde que a UNIP me removeu de forma incomum da lista de tratamento terapêutico ofertado por meio de um estagiário. Tenho uma forte convicção de que essas pessoas estão unidas contra mim, o motivo que posso entender é que vale o puro prazer de ver alguém louco e errado se autodestruir lentamente. Eles têm uma ligação curiosa com o vizinho do oitocentos, que apontou uma câmera digital vinte quatro horas para a janela do meu quarto, esses sujeitos também espiaonam tudo que eu faço por uma janela digital, me fazendo de piada o tempo todo e alvo fácil para suas críticas matinais. Eles estão fortemente comprometidos com meu infortúnio e são capazes de qualquer coisa para alcançar seu objetivo expresso indiretamente em canais de notícias na televisão e em páginas de entretenimento com azedo humor. Eles não me dão um segundo de paz, ficam espionando meus movimentos e me envergonhando pela minha forma, que até eu concordo é, repugnante e inadmissívelmente. Eu não aguento mais. Na semana passada, tentei me matar. E eu tenho um projeto infalível desta vez para tentar novamente, para tentar tantas vezes quanto possível, para tentar até que essas merdas sejam capazes de tirar qualquer raciocínio, acho que vai funcionar, porque esses seres ocultos me afastaram de todas as pessoas que podiam me ajudar ou socorrer. Qualquer bom projeto, por meio desses remédios que eu sei onde estão, será facilmente concluído. Da última vez que calculei o tempo de retardo pelo efeito do remédio, aquela quantidade de comprimidos não foi suficiente para uma morte pós-sedativo, vou tentar colocar mais algumas unidades, tentando o máximo possível para não vomitar. Parece que me acochoar bem com uma refeição faz o efeito ser melhor. Sem um bom acochoado das três da tarde às dezessete horas aconteceu que perdi todos os movimentos de todo o meu corpo, mal conseguia falar, só conseguia pronunciar os verbos, e minhas próprias falas não acompanhavam meus pensamentos, minha cabeça parecia estar completamente solta, e minhas pernas não faziam sentido, está aberto e fechado a visão dos olhos, que giravam torto e tonto, duplicado, até o peso deles escorregou com facilidade para minha boa noite, desta vez com certeza será o suficiente em unidade. Porque eram oito horas da noite e conseguiram ainda, miseráveis, me salvar. Além disso, o som alto do reprodutor de música do meu quarto não fará ninguém ousar, dessa vez, pensar que estou doente ou em uma overdose. Durante a semana vou habituar-me a rotina do som alto, até que ninguém suspeite quanto tempo ficou ligado ou alto ruído, para que o vejam como meu costume. Quanto aos remédios, vou esperar meu tio comprar um estoque alto para que minha família não possa quantificar e (re)contar, dada a aceleração de suas rotinas, mas os comprimidos comigo irão sumindo. O que significa que uma caixa não será perdida, mas se guardará em minhas mãos. Salvei algumas capturas de tela de conversas que alimentaram ainda mais meu desejo de autodestruição, deixando vivo e alerta minhas escolhas, para não ser ignorante aos meus próprios motivos. Áudios de risadas e piadas gravadas em meu celular, qual os escuto com devoção para manter meus olhos vivos acima do meu único propósito. O fato é que, se eu não sair dessa forma desta situação, essas pessoas nunca irão parar de me perseguir. Outro ponto é que não tenho a opção de aprender ou entender nada sobre o que fiz ou possa está fazendo. Sou um mero monstro neste mundo, deve logo morrer, não tenho nenhuma habilidade ou função para sobreviver neste caos que ruma só para o pior. Dar a mim mesmo essa saída é o melhor que posso fazer por mim e nem isso apagará meus erros, mas sejam eles quais forem, são o que melhor demonstram minha condição hedionda, condenável, intolerável. E, como um monstro consciente, não posso deixar de ser bom comigo mesmo, porque tenho certeza de que as coisas nunca mudarão. Embora eu possa escrever facilmente sobre tudo isso, ainda me sinto incapaz de explicar minha dor detalhadamente. A única forma de a expressar é dessa maneira, também monstruosa. Meu som é rugido analfabeto e burro de urso sujo gigante expulso. No caso, se você está tentando entender, é muito fácil me ver como um beco sem saída, sem alternativa de cura ou qualquer tipo de tratamento acessível, e minha única opção é ficar para ser queimado aos poucos pelas tochas dos camponeses católicos que me torturam, ou incendianda a mim mesmo com esses pequenos fósforos delirantes que podem me torcer com a boa quantidade fatal dos meus remédios. Não tem em quem confiar, todos estão absolutamente interligados para minha aniquilação, acredito que essa rede que anda ocupada me torturando seja mais extensa do que qualquer grupo sindical. Eles vão me afundar, eles podem me alcançar e me matar. Eles estão nas sombras, eles estão nos postes, nos cantos escuros e imperceptíveis. Eles estão lá fora para me pegar ou cantar para mim uma melodia em que sou a velada desgraça engraçada. Tudo para que essa doença cresça e seja a única a corrida a me levar a conclusão desse projeto condecorado de saída fatal. Dê uma medalha somente a minha lápide. Adeus.
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