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"Bellum omnium contra omnes – etiamsi omnes, ego non.". Este blogueiro é dirigido aos escritos iliterários. Aqui este autor expõe seus registros cognitivos e distorções cognitivas.
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PAUTA: bloco de notas
Me garanta, imundície
Escrito original, parte de uma folha de um diário, redigido em 16 de outubro de 2021.
Se você é um malfeitor na sociedade pálida, onde se desperta o ódio por causa da sua existência escura e por causa da sua vida pobre desprezível, onde você vive sempre se expressando de forma subnutrida e errada e se perguntando sempre o "por quê você deve deixar de se expressar?".
Bom... Um presidente genocida que matou os seus amigos e familiares não deixou a presidência devido às suas formas erradas de gestão. Permanece no cargo, ganhando um oceano de dinheiro. Como aquele seu péssimo professor que o traumatiza indiferentemente, fazendo você não querer mais pisar na sala dele. Porque naquelas aulas ele legitima a reprodução do ódio contra quem não pôde saber nada decentemente, os estudantes que reproduzem a sua ação odiosa contra pessoas burras e pobres recebem medalhas e bombons. Também um médico que assina indiretamente a matança de pessoas que vivem em grande vulnerabilidade social, mas que esse médico ainda continuará no seu consultório. Um advogado que pode ser intolerante e considerar ridículo os direitos humanos e rir da falta de uma descente legislação indígena nacional, e ele tá lá continuando a ser advogado. Uma psicóloga que quer que seu paciente se suicide logo, intensificando os sintomas de sua doença, enfraquecendo seus meios de se defender, e reproduzindo ações dos seus episódios traumáticos, ela também continua sendo psicóloga por mais que seu paciente de fato morra, porque é isso que ela quer. "Aleluia, ele está morto! A Terra está mais adorável", diz ela.
Portanto, se você é uma pessoa insignificante, como eu, que se expressa mal, erradamente, sem fundamento, incoerentemente, bem, seria muito bom se você e eu morressemos, mas as coisas não funcionam dessa forma, por isso cale-se. Que importância temos realmente? Aqui estão apenas histórias parvas que não dizem absolutamente nada e mal possuem significados (como tudo na vida) e não produzem qualquer efeito na sociedade. Um dia certamente seremos inexpressíveis e isso certamente fará da terra um lugar melhor. Um dia certamente morreremos e isso certamente também fará da terra um lugar melhor. Mas um dia realmente melhor só será aquele em qual eles vierem diretamente nos calar e nos matar.
Poesias em prosa para pessoas insensíveis:
"Adeus à era da empatia, não vou sentir falta de você, nem do seu toque grudento, do seu abraço soado, da sua fala encoberta, levando você para dentro do meu peito e só aumentando a minha raiva até o sono chegar. Adeus à era da ética, a falta de confiança nunca ficará obsoleta hoje. Nem mesmo conversando, rindo com alguém, debaixo do demorado chuveiro, cutucando com a caneta a ratazana mortal. Vigiados e deixados nus o tempo inteiro. Adeus, bonequinha, os hematomas e cicatrizes que deixo no corpo da sua alma nunca desapareceram.
Tivemos a oportunidade de conversar sobre suas lesões patéticas ... Bonequinha, não chore. Você parece um tamanduá horripilante chorando. Agora que você está se matando, ninguém mais vai convencê-la a se queimar viva, queridinha. Bye bye bonequinha.
Adeus à era da liberdade! O demônio nunca perderá a chance de manipular com um drama fútil. Rechear suas ações e sua essência de futilidades. Mascarando-se anonimamente, vocês sabem, gargalhadas. Adeus, adeus. Um adeus falso também.
Tivemos essa oportunidade... Bonequinha, não chore, o mundo é assim mesmo. Agora, no final, você deve pensar em se matar, mas não irá mais suicidar-se acreditando em fadas – veja por esse ângulo, risos. Esse final me parece um sonho! Obviamente pra você não... Antes, por alguém você saberá que foi enganada, como sempre. Infelizmente meus lacaios-macacos não guardam a língua. Bye bye darling. Bye bye dorothy... Adeus... Adeus... Adeus... Adeus.
E toda vez que penso em você fico estressado e espumante de raiva. O que você me fez fazer minhas marionetes nunca saberão totalmente. Todas as noites de verão torci e intensifiquei seus problemas e traumas, por você, reabrindo lentamente suas feridas secretas, ridiculamente confidências, até o amanhecer. Convencendo-lhe hoje ao suicidio, você o fará. Soprando fumaça em minha cabeça até que sua existência seja definitivamente extinta e confirmada".
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