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"Bellum omnium contra omnes – etiamsi omnes, ego non.". Este blogueiro é dirigido aos escritos iliterários. Aqui este autor expõe seus registros cognitivos e distorções cognitivas.
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PAUTA: bloco de notas
Estupidificando!
Escrito original, parte de uma folha de um diário, redigido em 25 de julho de 2021.
Texto inapropriado para pessoas que tiram valor e existência de quais ques produções que carregam linhas de [qual é sua cor favorita? Leia-a aqui para determinar sua linha]. Agora pense, qual formiga é sua preferida, a preta ou a vermelha? E caso for nenhuma, ótimo.
O pensamento liberal do século XVII e XVIII dá um passo inesperado no século XIX, refletindo em uma possível chegada às ideias de liberdade, igualdade e a "propagação" democrática. A tão comentada livre concorrência que vendia a ilusão de equilíbrio para todos. No entanto o sucesso das teorias liberais do referido século não conseguiam ser compatíveis com a conservação dos princípios éticos e do "desenvolvimento intelectual", visto que valia-se mais o avanço econômico. Mas além dessas contradições, quais não dançam com as pretensões econômicas tão sempre defendidas (até hoje! Absurdo), outro ponto ainda pior ocorria. A liberdade, igualdade e o alastramento da democracia que não está para todos, tais só se fazem possíveis porque muitos não podem o ter. Ou seja, ao passo que a democracia se desenvolve para os mais ricos e já se preserva entre os mais nobres, proporcionalmente questões sociais e econômicas vão se tornando não solucionáveis aos mais pobres. Esta última classe comentada que compõem a massa de trabalhadores, é prejudicada com a intensificação da pobreza, extensão da jornada de trabalho, desvalorização salarial e ausência de direitos básicos (alimentação, locomoção, aposentadoria, etc.).
Uma questão feita por esse autor que torna todo texto e conhecimento sagrado em algo estúpido por meio dessa minha precária escrita: – Primeiramente, há alguma diferença com o que ocorre hoje? Segundo, se a democracia se desenvolveu primeiro aos nobres, depois para os burgueses e por último aos mais pobres, teria hoje o trabalhador e os pobres a propriedade e o poder de alguma coisa? Se sim, quais e como? Na ocasião da resposta em maioria ser negativa, outra questão que amadoramente coloco é se haveria nessas condições a instituição da ampla autonomia, valendo-se que tudo é uma troca da força de trabalho, para a classe trabalhadora e aos mais pobres?
Daqui pra baixo o texto fica feio:
– Penso, que a possível ampla autônomia ao mais pobre e ao trabalhador é quando ele pode trocar sua força de trabalho por literalmente tudo que ele quiser sem a imposição de qualquer pessoa, agente ou organização. Isto é, autônomo está aqui como quem tem o retorno total de sua força de trabalho, sem a imposição dos impostos, forças contrárias a sua escolha livre de consumir, ou qualquer tipo de mais valia, absoluta ou relativa, o que faz dessa condição de liberdade o retorno integral da força de trabalho vendida.
E quando coloco que há uma escolha livre de consumir, me refiro a imposição da dívida pública, do tipo, não posso comprar Coca-Cola pois tenho que comprar arroz. É o tirar uma coisa por outra, que reduz a ação de liberdade e desvaloriza a força de trabalho dos mais pobres e trabalhadores. Ou seja, devido ao aumento da carne minha força de trabalho se torna insuficiente para comprar tudo que eu deveria ter por minha autonomia, a liberdade de comprar. Já a troca integral da força de trabalho requer a valorização da massa trabalhadora, e benéficos aos trabalhadores que o assegurem poder ter a posse do que quiserem sem sentir um peso na carteira.
A ausência desse retorno integral da força de trabalho é quando, por exemplo, você gasta seiscentos reais com as compras do mês e ainda assim percebe que não comprou tudo que precisava, o que o leva a fazer um tirá-lá-dâ-cá para ter o que precisa. O retorno integral da força de trabalho, com a devida valorização do trabalhador, é quando com seiscentos reais pode-se ter posse de tudo que precisa e mais ainda. Pois esse é seu direito.
E ainda que não dê para tirarmos a mais valia como uma das opositores, deve-se cada organização reconhecer as necessidades de cada um dos seus funcionários, legitimando benefícios quais podem levar a suprir necessidades. O que significa dizer, ele deve ter o poder de consumir o que quiser e o quanto quiser, ele trocou sua força de trabalho para isso.
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