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"Bellum omnium contra omnes – etiamsi omnes, ego non.". Este blogueiro é dirigido aos escritos iliterários. Aqui este autor expõe seus registros cognitivos e distorções cognitivas.
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INUTILE-DILETTANTE: diálogos
PREFÁCIO:
Este é o livro descivilizado de um Diletantista Inútil em omissão, sem valor nenhum e descartável, que não se preocupa com mui-muitos significados em sua escrita, regras, normas, coerência, devido à sua desnutrição de letramento e erudição, um ser que se apropria na maior cara-de-pau da criação através da experiência em automatismo e da criação através dos materiais bizarros dos seus sonhos, para além da escrita automática e do automatismo artístico, um labirinto de nada absoluto sem razão. E por essas razões perturbadoras e malucas, talvez André Breton diria que este é um Diletantista Inútil com um toque surreal, mas por causa de um favoritismo por Marcel Duchamp (devido a um tutor que teve no ensino médio) e sua paixão e influência por Grant Morrison, principalmente quando este autor escreve suas criações de personagens dentro de uma confusa e desmontada pirâmide de Gustav Freytag ou quando este autor embaralha ou acrescenta outras letras para um neologismos no ABDCE de Alice Adams, por isso tudo este Diletantista Inútil se apresenta também como um Dadá. Mas quem se importa com o que este proletário autor classe baixa é? Para quê serve mesmo este espaço? Esquece.
Vamos falar mais sobre: a hospitalidade da Suíça é incomparável, e em estética tudo depende da norma gímnica.
Os estudos das artes ultra-aristocráticas, como falava o Wildeanismo, a partir da tradução de Martin Claret, em um livro que seus poderes telepáticos saberão qual se tratar, que atualmente, ousou colocar, perpetuam com o pequeno burguês e não fazem absolutamente nada, se não completamente, além de tornar exclusivo o raciocínio de bunda fechada ou de merda bem presa, um controle estreito do que tá dentro e do que tá lá fora, pela extrema burocratização no processo de obtenção de erudição, letramento, engordamento acadêmico, poesia, latim, outras línguas que secam o ânus.
Por estas razões o Diletantismo Inútil desiste de submeter-se aos processos burocráticos de fechar asno para obter do título de letrado, qual no controle burguês tintou as ruas portuárias e os rios de cava subaquática de farelos cinzas industriais. Ao invés disso abraça o desletramento, para o livre exercício de cagar, principalmente a merda feita, sem palavras difíceis, mas sim palavras inventadas, palavras desconexas, palavras que não precisam de fundamento, embora se tiver, não haverá problema em reconhecer, deixar de canto o que se construiu com o letramento.
Os lugares da literatura e da arte são lugares privilegiados a grupos seletos que não largam o osso do letramento para exaltar seus eus lógicos e controladores, por isso um gordo de roupas largas que se chama de Diletantista Inútil se faz no seu próprio lugar de loucura, para então cercar a arte e a literatura de "estranho sinistros" vindo de um bairro portuário. Lançando o desraciocínio junto com a desletramento como uma forma aberta de sempre está para se desmontar em automatismo, descontroladamente pelas emoções extremamente molhadas. Ao contrário do raciocínio e do letramento extremo que procuram por se fixar sem emoção na aridez.
O desraciocínio junto com o desletramento buscam aqui, para a racionalidade estabelecida pela estrutura da identidade-referência neoliberal, o desmontar, agredir, destruir de modo sátiro, grosseiro, na inusitada palhaçada, com declarações absurdas, visando ocasionar sempre a incompreensão.
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